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Pelicula gay española

10 séries com temática LGBT em alta nos serviços de streaming

As plataformas de streaming revolucionaram o mercado audiovisual com um catálogo que cresce cada vez mais. E os catálogos têm se tornado mais diversos também, com mais produções voltadas para o público LGBT. Em 2018, o número de séries com a temática só aumentou, e os novos seriados vão te deixar vidrado nas telas.

Leia também: 7 filmes e séries com temática LGBT para assistir no Netflix

Reprodução Os serviços de streaming apresentam cada vez mais personagens LGBT em suas produções

Famílias incomuns, inseguranças sobre sexualidade e relacionamentos gays inesperados. Confira 10 séries em alta que retratam a realidade da comunidade LGBT :

1. «Transparent»

Divulgação A série «Transparent» tem como maior foco a abordagem da questão trans com seu personagem protagonista

Uma série de comédia, «Transparent» trata sobre uma família que mora em Los Angeles, que descobre que a pessoa que eles conheciam por ser o pai, interpretado por Jeffrey Tambor, é na verdade uma mulher transgênero. Além disso, uma de suas filhas é bissexual e vivencia um relacionamento lésbico.

A série, disponível na Amazon, estreou em 2014 e vem ganhando visibilidade e ótimas críticas, mostrando a vida de uma forma próxima à realidade. Além disso, a série também se preocupa em empregar atores e atrizes trans em papéis secundários.

2. «Looking»

Divulgação A série «Looking» retrata a vida de três amigos gays com seus conflitos do cotidiano

Apesar de ter sido cancelada, «Looking» é um grande retrato da comunidade gay e das situações do cotidiano. A série conta a história de três amigos gays de São Francisco, interpretados por Jonathan Groff, Frankie J. Alvarez e Murray Bartlett.

São duas temporadas e um filme para encerrar, disponíveis no HBO On Demand e HBO Go.

3. «Queer Eye»

Divulgação «Queer Eye» apresenta como o relacionamento entre homens gays e héteros pode ser saudável

Reality show vencedor do Emmy, «Queer Eye» ganhou uma versão repaginada com cinco novos conselheiros fabulosos. Eles assumem o controle dos estilos de vida de “homens em apuros” e dão conselhos sobre moda, gastronomia, cultura e design. Cada um tem uma especialidade: Bobby Berk (Design), Karamo Brown (Cultura), Tan France (Moda), Antoni Porowski (Gastronomia) e Jonathan van Ness (Aparência).

A série está disponível no Netflix e pode servir como um novo olhar para o relacionamento entre homens gays e héteros.

4. «The Fosters»

Divulgação «The Fosters» apresenta uma família incomum, mas como qualquer outra, com duas mães e filhos adotivos

«The Fosters» retrata a vida de uma família composta por duas mães e cinco filhos, biológicos ou adotivos. O seriado já apresentou uma cena de beijo entre dois jovens de 13 anos. Estreou em 2013 e está disponível no Netflix.

No início de 2018, foi anunciado que a série chegará ao seu fim após a quinta temporada, mas ganhará um spin-off focando na vida de duas das filhas adotadas.

5. «How to Get Away with Murder»

Divulgação «How to Get Away with Murder» virou um hit e é aclamado pela crítica, com Viola Davis no elenco

Em «How to Get Away with Murder», um grupo de estudantes de direito e uma professora brilhante de defesa criminal, interpretada por Viola Davis, são envolvidos em um assassinato que promete mudar suas vidas. Produzida por Shonda Rhimes e disponível no Netflix, a série apresenta a homossexualidade através de personagens como Connor Walsh, um dos alunos, que tem um namorado, além do próprio fato de Viola ser bissexual.

A produção tem três temporadas disponíveis no Netflix.

Leia também: 10 filmes e séries com temática LGBT para assistir na Netflix

6. «Unbreakable Kimmy Schmidt»

Divulgação Em «Unbreakable Kimmy Schmidt», Kimmy vive com seu amigo que se interessa pelo mesmo sexo

«Unbreakable Kimmy Schmidt» gira em torno de Kimmy, uma mulher que foi sequestrada e aprisionada em um bunker durante 15 anos, interpretada por Ellie Kemper. Após ser resgatada, ela recomeça a vida em Nova York com um colega de quarto gay, Titus, que rouba a cena e ganha um retrato de sua vida nos episódios.

A série também está disponível no Netflix.

7. «Orphan Black»

Divulgação «Orphan Black» é uma série aclamada, trazendo mulheres clones, incluindo uma lésbica

Provavelmente você já ouviu falar de «Orphan Black». A série é um fenômeno e retrata uma mulher que descobre que, na verdade, é um clone. Ela descobre também que existem muitas outras mulheres na mesma situação, toda interpretadas por Tatiana Maslany. Nessa história de clonagem, surge a personagem Cosima, que tem uma namorada francesa.

Disponível no Netflix, pode ser que você queira entender do que todos estão falando.

8. «Please Like Me»

Divulgação A série «Please Like Me» gira em torno de um personagem gay, que se descobre após terminar com a namorada

«Please Like Me» é uma comédia aparentemente leve, mas que consegue tratar sobre assuntos mais aprofundados. O seriado, que está disponível no catálogo do Netflix, apresenta um personagem queer e seu cotidiano na Austrália. Josh é gay e precisa lidar com as inseguranças da sexualidade após terminar com a ex-namorada logo no primeiro episódio.

9. «Skins»

Divulgação Na série «Skins», diversos assuntos polêmicos foram abordados, mas teve seu cancelamento anunciado em 2012

Drama que acompanha as vidas de um grupo de adolescentes em Bristol, na Inglaterra, pelos dois últimos anos do ensino médio, «Skins» mostra os conflitos da sexualidade, além de abuso de drogas e transtornos mentais.

Com cenas polêmicas, a série foi considerada imprópria para menores de 18 anos e encerrada em 2012. Desde 2016, há o rumor de que retorne, mas, por enquanto, voce pode conferir no Netflix.

Leia também: Relembre 6 cenas de séries, filmes e novelas com conteúdo LGBT marcantes de 2017

10. «Grace and Frankie»

Divulgação Os maridos de Grace e Frankie pedem divórcio para poderem ficarem juntos, em um relacionamento gay

Em um drama cômico, Grace e Frankie eram mulheres casadas, até seus maridos pedirem o divórcio para se casarem um com o outro, assumindo serem gays. Grace e Frankie são forçadas a viverem juntas, formando assim uma amizade excêntrica.

A série é produção do Netflix e apresenta conflitos da terceira idade. Lily Tomlin, que interpreta Frankie, também é conhecida por seu ativismo LGBT.

Melhores Séries com Temática LGBT para ver na Netflix em 2020

Atualizado em 01 de fevereiro de 2020!

Esta procurando os séries com temática LGBT para assistir em 2020? Então você chegou ao local certo! Hoje vamos indicar as melhores opções de séries do catálogo da Netflix sem você precisar perder horas e horas apenas para escolher algo para assistir.

As séries LGBT, ao contrário dos filmes, tem gerado materiais mais diversificados e roteiros melhor elaborados para discussão do tema. Ao invés de dramas com foco em aceitação e conflitos românticos, séries como Os Fosters — Família Adotiva e Grace and Frankie abordam o cotidiano e colocam personagens LGBT em situações corriqueiras.

Além dessas, séries de grande sucesso como Sense 8 e Orange Is The New Black também trazem uma perspectiva diferente ao introduzir relacionamentos homoafetivos. E claro, também precisamos listar os realitys shows RuPaul’s Drag Race e Queer Eye que são a sensação da plataforma quando falamos do gênero.

Infelizmente a oferta de séries com temática LGBT não é tão grande quanto gostaríamos. Por isso montamos essa lista como forma de incentivar o público consumir esse produto e abrir os olhos da Netflix para expandir a quantidade de opções em seu catálogo.

Quais são as melhores séries LGBT na Netflix?

Agora chega de enrolação e vamos conferir uma lista de indicações das melhores opções com temática LGBT. Prepare a pipoca e divirta-se!

AJ and The Queen

  • Sinopse: Ruby Red (RuPaul) é uma drag queen que viaja por todos os Estados Unidos para se apresentar em clubes e casas de shows. No caminho, ela encontra AJ (Izzy G.), um órfão desordeiro e falante de dez anos de idade. As duas logo começam uma amizade improvável que muda suas vidas para sempre.
  • IMDB: 6.8

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Vis a Vis

  • Sinopse: Macarena Ferreiro é uma jovem ingênua que se apaixonou pelo patrão e agora está presa por causa dele. Acusada de cometer quatro crimes fiscais, ela precisa enfrentar o choque emocional que é estar na cadeia, enquanto sua família procura um jeito de pagar a fiança e libertá-la da Penitenciária de Cruz del Sur.
  • IMDB: 8.3

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Queer Eye

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Please Like Me

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Sense 8

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Gatunas

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Everything Sucks

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Eu Tu e Ela

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Baby

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Ela quer tudo

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One Day at Time

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RuPaul’s Drag Race

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Orange Is The New Black

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Gypsy

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Grace and Frankie

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Elite

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Crônicas de San Francisco

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Pose

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E aí o que achou da nossa lista? Se você sentiu falta de algo, é só deixar seu comentário e teremos prazer em responder. Agora se você queria na verdade ver um filme com temática LGBT, basta olhar a nossa lista sobre eles!

Clique nessa lista se você quiser saber a data de estreia de todas as séries da Netflix. Atualizamos essa lista sempre que uma nova data é divulgada.

Ikie Arjona é editor do Deveserisso desde 2015 e se você quer uma dica de filme ou série, pode perguntar que ele terá a indicação perfeita para você.

https://deveserisso.com.br/blog/melhores-series-com-tematica-lgbt-para-ver-na-netflix/https://deveserisso.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/sense-8-ultimo-episodio-netflix.jpghttps://deveserisso.com.br/blog/wp-content/uploads/2018/06/sense-8-ultimo-episodio-netflix-150×150.jpg2020-02-01T14:44:32-03:00Ikie ArjonaFilmes e SeriadosNetflixAtualizado em 01 de fevereiro de 2020! Esta procurando os séries com temática LGBT para assistir em 2020? Então você chegou ao local certo! Hoje vamos indicar as melhores opções de séries do catálogo da Netflix sem você precisar perder horas e horas apenas para escolher algo para assistir. As… Ikie [email protected] Arjona é editor do Deveserisso desde 2015 e se você quer uma dica de filme ou série, pode perguntar que ele terá a indicação perfeita para você.Deveserisso

Las Películas Gay En Español Que Te Dejarán Boquiabierto

¿Pensabas que ya habías visto todo? ¡Te equivocas! Es nuestra especialidad prepararte material para que te diviertas todo el día viendo lo que quieras; en esta ocasión, te tenemos los nombres y sinopsis de las películas gay en español que más nos agradan.

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Top 10 películas gay en español

  1. Regalo de Despedida
  2. Andamio
  3. 7 Llaves
  4. Plan B
  5. Ronda Nocturna
  6. Jess y James
  7. La León
  8. Limbo
  9. La Otra Familia
  10. Mil Nubes de Paz Cercan el Cielo

1. Regalo de Despedida

Si tienes ganas de ver una película gay en español que verdaderamente te llegue al corazón, te garantizamos que esta es muy buena elección, pues su historia se basa en de millones de personas: dos hombres quienes llegaron a ser pareja, pero por razones de la vida, se terminan reencontrando en un hospital, obligándolos a recordar aquellos momentos felices, tristes e intensos que llegaron a compartir.

2. Andamio

Eduardo y David, dos jóvenes que resultan ser vecinos comienzan a cuidar el edificio donde viven, haciéndose responsables del cuidado y mantenimiento de él. Sin embargo, mientras más van incrementando las interacciones entre ambos, su relación comenzará a tornarse de amistad, a algo un poco más profundo y emocional. ¿Qué será de ellos?

3. 7 Llaves

Esta sí que es una cinta de cine gay en español que trata de temas bastante controversiales como lo son la homosexualidad y la religión; pues el protagonista es un hombre de creencias musulmanas quien se niega a afrontar su realidad, debido a sus fuertes deseos que tiene hacia un hombre, pero la gran presión y confusión que su religión conlleva.

4. Plan B

Otra de las películas con temática gay en español que te garantiza que pasarás un buen rato de carcajadas, ya que la historia se centra en 3 amigos quienes se involucrarán en un serio triángulo amoroso sin intención alguna. Uno de los tres amigos tratará de recuperar el amor de su novia Laura. Sin embargo, ya que su plan consistía en fingir que es gay, sus planes terminarán en un completo desastre.

5. Ronda Nocturna

Incluimos otra cinta con temática gay en español que habla de uno de los temas que casi no se tratan: la vida de los sexoservidores en las calles de Buenos Aires. Víctor, el joven protagonista que se gana la vida pasando múltiples noches con varios hombres quienes intercambian caricias y sexo por dinero. Definitivamente de las cintas gay que habla de temas que siguen siguen permaneciendo en el tabú cinematográfico.

6. Jess y James

A pesar de que también es una cinta argentina, esta película gay en español cuenta la historia de un joven pacífico y un poco hippie, Jess, quien al encontrarse confundido con su orientación sexual, decide emprender un viaje alrededor de su país natal para tratar de encontrar a su hermano. Como puedes imaginarte, durante su trayecto se encontrarán con una serie de situaciones bastante comprometedoras, las cuales serán mejor que tú las veas.

7. La León

Álvaro, un hombre gay y pescador se encuentra viviendo una vida completamente remota a la civilización; sus días y rutina diaria se centra en pasar tiempo solo, clavado en la lectura y la meditación en silencio. Su vida cambiará repentinamente cuando Turú, un hombre homofóbico y de un espíritu realmente malvado decide hacerle la vida completamente imposible. Te garantizamos que no podrás evitar derramar más de una lágrima.

8. Limbo

Una película gay originaria de México, pero es español latino que trata de un niño gay quien se ve involucrado en un terrible accidente que lo dejará en “el limbo”, ó sea, en el famoso canal entre la vida y la muerte. Dentro de su viaje de fantasía, se encontrará con diversos personajes que le mostrarán más de una vez que la vida simplemente se trata de aceptarte y vivirla.

9. La Otra Familia

Aquí te incluimos una película gay completa en español que ya puedes encontrar online, pues a pesar de llevar ya varios años desde su estreno, esta cinta narra una situación bastante relevante y actual en todo el mundo: la adopción de hijos entre parejas gay. Después de que Hendrix, un pequeño niño de escasa edad es abandonado por su madre drogadicta, el destino del niño se verá cambiado luego de ser adoptado por Jean Paul y José María. Claro, te podrás imaginar situaciones bastante polémicas y conmovedoras, pues el mensaje de la película es claro como el agua: el amor no tiene géneros.

10. Mil Nubes de Paz Cercan el Cielo

Una película gay mexicana en español que habla de una historia de Gerardo, un joven gay quien decide abandonar su hogar en busca de su propio techo y así poder tener más contacto con hombres desde su propia privacidad. Al haber sido dirigida por Julián Hernández, el director de cine gay más famoso en México, esta cinta sin duda alguna te garantizará un buen rato, además de que toda la película es en blanco y negro. La combinación perfecta para todos aquellos amantes del arte y del cine, ¿no crees?

updated by Chief Editor on Ene 06, 2020

1.The Bitter Tears of Petra von Kant (1972)

La protagonista de esta historia, Petra von Kant es una diseñadora de moda de éxito que cae rendida a los pies de Karin, una joven y atractiva modelo. Las dos comienzan una vida en común cuando se van a vivir juntas y tienen una relación atormentada.

2.La vida de Adèle (2013)

La controvertida película que no dejó indiferente a nadie tras su estreno, nos cuenta la relación entre la joven Adèle de 15 los y la misteriosa Emma y cómo ésta descubre a la joven el deseo y la madurez, lo que hace que Adéle sufra el desprecio por parte de su entorno. Lo cierto es que La vida de Adéle es una de esas películas que ha tenido críticas muy positivas, pero a su vez también otras bastante negativas, pero que a pesar de ello ha sido merecedora de un gran número de premios cinematográficos alrededor del mundo.

3.Muchachas de uniforme (Mädchen in Uniform) (1931)

Esta es la considerada primera película lésbica de la historia del cine. Ambientada en un internado de chicas en el año 1910, nos cuenta la historia de amor entre Manuela, una joven alumna, y la señorita Von Bernburg.

Lo curioso de esta película es su final, que fue adaptado en dos versiones, la de Estados Unidos, donde la protagonista se suicida; y la de Alemania y Londres, en la que las compañeras de la misma la detienen antes de que lo haga.

4.Fucking Amal (1998)

Esta película sueca de bajo presupuesto y seguramente conocida por todas nosotras, aborda la vida de dos adolescentes, Elin y Agnes, y su descubrimiento de las relaciones dentro del entorno tranquilo de la pequeña ciudad sueca Amal.

5.Je, tu, il, elle (1974)

Una película basada en la propia historia de la Chantal Akerman, la directora del filme, en el papel de Julie, quien después de un tiempo de soledad, decide ir a visitar a una amiga.

6.The Watermelon Woman (1996)

Cheryl es la protagonista de esta historia, una joven lesbiana de Philadelphia que está obsesionada con
un proyecto que ronda su cabeza, un documental sobre la actriz de los años 30, conocida como The Watermelon Woman. Después de documentarse bien, Cheryl descubre el verdadero nombre de la actriz y el secreto que ésta guardaba, su romance con Martha Page, una de las pocas mujeres directoras de la época.

7.Pariah (2011)

Alike, una joven de 17 años del Bronx, es la protagonista de esta película, en donde reflexiona sobre su propia identidad y el descubrimiento de su sexualidad en una sociedad marcada por la represión y el machismo.

8.Bound- Lazos ardientes (1996)

Otro de los clásicos dentro de las películas lésbicas que todas conocemos, Bound, la primera creación de las hermanas Wachowski, nos cuenta la apasionada relación entre la ex novia de un mafioso y la expresidiaria que casualmente está reformando el apartamento de al lado.

10.Desert Hearts- Media hora más contigo (1985)

La historia de amor entre Vivian, una profesora de inglés de Columbia y Cay, una escultora de mente abierta, quienes casualmente coinciden en un alojamiento para mujeres en trámites de separación. Tras varios acontecimientos, entre ellos un beso apasionado en el Lago Tahoe, Vivian no tiene más remedio que enfrentarse a sus sentimientos hacia Cay.

11.Go Fish (1994)

Centrada en la vida de una pareja de lesbianas que comparten piso con otra joven, que está despejada por encontrar a la mujer de sus sueños. Junto con otra amiga, la pareja planea diferentes formas de que su amiga acabe con esa angustiosa situación de soltería.

12.Los chicos están bien (2010)

Una de las películas lésbicas más recientes, Los chicos están bien, nos cuenta la historia de esta familia, donde Annette Benning y Julianne Moore interpretan a una pareja de lesbianas que viven con sus dos hijos, concebidos a través de inseminación artificial. En un momento dado, a éstos les entra el deseo de conocer a su padre biológico, y así es como el padre, Paul, pasa a formar parte de la vida de la familia.

13.But I’m a Cheerleader (1999)

Una comedia romántica que nos trae la historia de Megan (Natasha Lyonne), a la que toda su familia y amigos consideran lesbiana, a pesar de que ella piense que es heterosexual. Ante esta situación, deciden llevarla a una institución donde recibirá una terapia de reordenación sexual, pero para el disgusto de su entorno, es ahí donde Megan descubre que realmente es lesbiana.

La Vida de Adèle

La vida de Adèle es un minucioso rodaje erótico de tres horas sobre un primer amor lésbico.

Del escritor y director franco-tunecino Abdellatif Kechiche, con esta película reafirma su interés en las personas al margen de la Francia moderna.

Es el más grande observador del comportamiento humano en la sociedad francesa y esta es la película más poderosa para impulsar su carrera.

La vida de Adèle describe el nacimiento y desarrollo del amor entre dos mujeres, y representa ambas cosas; un meticuloso retrato de una persona y un estudio más amplio de las formas en que las diferencias socioeconómicas influyen en la vida romántica de esa persona.

Con los más ligeros toques, el director muestra cómo la dinámica de clases se convierte de forma silenciosa en una fuerza tóxica para la relación de Emma y Adèle, vaticinando sentimientos de frustración, alienación e insuficiencia que terminará por opacar su felicidad juntas.

Es un filme poderoso e intenso emocionalmente, que hace que la audiencia crea todo lo que se muestra y se vea obligada a experimentar una larga lista de emociones junto con los personajes.

No presenta momentos emocionales innecesarios, cada parte de la historia es real y es pieza fundamental. La película fue desarrollada en una forma en la que sientes que estás en la piel de Adèle y Emma, ellas te transmiten sus sentimientos y te transportan a su historia de amor.

Aunque la película presenta escenas sexuales gráficas y extensas, estas son necesarias para establecer la situación pasional que hay entre ellas, y créeme, te deleitarán todos los sentidos.

Así cuando las cosas empiezan a empeorar, ya eres parte de la situación, dichas escenas de sexo son también cruciales para establecer la pasión física que las consume y que es esencial en el lazo que las une.

Nada intrínsecamente nuevo o retante, pero transmite mucho más que una historia cualquiera de amor lésbico; La perspectiva infrecuente y poco común del director sobre el deseo juvenil hace que el espectador vea un mapa del alma.

Cuando la película llega a su devastador final, aunque esperanzador por otro lado, sugiere lo que podría ser una secuela para continuar la historia de La vida de Adele.

Otro rasgo importante y atractivo de la película es que a pesar de que se aborda el tema de la homosexualidad, no contiene un crimen de odio o prejuicios en contra de la homosexualidad que los personajes tengan que enfrentar y superar. El asunto se expone al principio de la película, pero nunca se convierte en el tema principal del conflicto de las mujeres.

Por otro lado, muchos de los filmes con temática lésbica presentan el hecho de salir del armario como la experiencia gay que más define a una persona.

A diferencia de esto, La Vida de Adèle va más allá de esa etapa en la vida de la protagonista, y presenta un drama con muchos más matices en los desafíos cambiantes que se presentan cuando no se mantiene una sexualidad definida, lo cual emociona y es único en este tipo de películas.

La vida de Adele, muestra dos de las mejores actuaciones de dos artistas femeninas que se hayan visto en años, las dos actrices que representaron a Adèle y Emma son una revelación en esta película.

Por un lado, Exarchopoulos, de 19 años, con sus labios gruesos y sus ojos soñolientos, al principio parece una adolescente ordinaria y malhumorada, pero cuando se enamora transmite oleadas sísmicas de tristeza y anhelo. Es una actuación de instinto, intuición, y empatía, en lugar de simple técnica lo que la hace una maravilla para el espectador.

Mientras tanto, Seydoux tiene una presencia carismática en la pantalla grande, pero nada de lo que ha hecho antes nos prepara para la fuerza y ​​precisión de su trabajo en esta película. Aunque la actriz a menudo interpreta ser objeto de deseo pasivo, en esta película se desarrolla como una seductora con una sonrisa astuta y una mirada penetrante.

En las primeras escenas, Seydoux logra la difícil tarea de convencer al público de que al mismo tiempo logra llamar la atención y enamorarse de la persona que tiene frente a ella. Más tarde, su personaje, Emma, ​​se vuelve cada vez más obstinada y ambiciosa, lo cual la aleja de la modesta Adèle, a lo que Adèle responde con un comportamiento inapropiado. Emma interpreta con toques de furia y remordimiento que son dolorosos por su autenticidad, es simplemente asombroso.

La interpretación que hace Exarchopoulos de Adèle como profesora en un jardín de infancia, leyendoles a los niños historias con animales y sus habilidades como cocinera, hacen que sientas empatía por su personaje. Por el contrario, Seydoux también resulta muy creíble como una pretenciosa y egocéntrica Emma.

La vida de Adele ha recibido una gran cantidad de excelentes críticas, por parte de los críticos de cine y de parte del público en general, algunos incluso han dicho que:

El problema del filme es que su duración es de 3 horas y es algo que quieres ver por varias horas más.

Y es cierto, la historia, junto con sus personajes, desarrolla la película hasta el punto en el que no percibes en absoluto que fueron 3 horas.

Otros críticos han dicho que algunas escenas de la película son simplemente fantásticas,

Cuando se ven por primera vez… el encuentro entre ellas en el bar de lesbianas en el que Adele se ve inmersa en un mundo extraño para ella… la escena, en la que ambas se enamoran… El desarrollo de una buena historia de amor con todos sus sentimientos y situaciones ha sido llevada a un nuevo nivel, un nivel mucho más elevado. ¿Quién logrará hacerlo mejor?.

Otro espectador dijo

Otro punto a destacar es la manera a veces humorística en la que el entorno familiar y social pragmático de Adèle se yuxtapone con el entorno artístico, intelectual y vanguardista de la familia y amigos de Emma. Las escenas donde ambas cenan con la familia de la otra y los diálogos posteriores son un verdadero tesoro.

La película es tan elaborada y personal, que te hace odiar o amar a sus personajes mientras sigues de cerca el camino de Adele y Emma.

La vida de Adèle explora la dinámica de esta relación con minucioso detalle, lo que hace que sea algo digno de admirar.

Se sumerge en la intensidad de las emociones humanas, que genera opiniones como esta:

Este jardín de placer hará que experimentes todo tipo de goteos desde muchos ángulos diferentes. Una inmersión profunda en la pubertad, en los deseos crudos de la juventud, por encima de la atronadora victoria de la necesidad humana.

LA BARRA DE LAS LESBIANAS: LA PELICULA

Cuando se enfoca, se recorren o se estudian las estructuras de las comunidades LGBTIQ alrededor del mundo, es bastante notorio que la cantidad de lugares de encuentros de la comunidad gay, en la mayoría de los países, es exponencialmente muy superior a los lugares perfilados para lesbianas, bisexuales, mujeres trans o queer. Estados Unidos no es la excepción, especialmente en la actualidad, porque en el inicio de esta década cerraron alrededor de 100 bares, librerías y espacios comunitarios donde se reunían lesbianas, mujeres queer, transexuales. Imposible pensar que el nuevo espacio de yiro en redes sociales y en aplicaciones de levante sea la causa central del cierre de lugares, porque la mayoría de los grupos gays no padecieron exactamente la misma devastación de espacios públicos que la comunidad lésbica. Tampoco sirve pensar en la tradicional reclusión en el espacio casero de las mujeres que el patriarcado impuso históricamente, y sigue imponiendo en muchos casos, porque los movimientos mundiales de mujeres cada vez están saliendo más a la calle. Pero entonces, ¿qué pasó con la comunidad de mujeres lesbianas y sus alrededores? ¿Por qué hay poca o nula representación de lugares de encuentros de lesbianas en películas de ficción, incluso en los documentales? ¿Es solamente el ojo patriarcal que no ve todos los espacios que ocupan las mujeres? ¿O existe un underground lésbico por debajo del mundo que caminamos?

BUSCANDO UN BAR

En un siglo donde se profundizaron las transformaciones sobre todas las formas de relacionarse, la escritora y dramaturga Alexis Clements comenzó a preguntarse por la causa de esos cierres de lugares de mujeres lesbianas y queer en Estados Unidos. Y en lugar de explicaciones sociológicas fáciles, de lo que hacen o dejan de hacer las lesbianas tratadas como rebaño, lo que hizo es salir a yirar con curiosidad, sin ideas fijas. No exactamente una deriva, pero sí un viaje de aprendizaje para crear ese territorio habitable que se decía inexistente, que ningún mapa trazaba. Cartografía de un paisaje de mujeres organizadas con lógicas que no salían en tapas ni contratapas de las guías LGBTIQ que dependen de la comercialización de las identidades, usufructuando muchas veces con el deseo de quienes les fuera negado histórica y sistemáticamente la pertenencia plena a casi cualquier comunidad o espacio de organización.

A partir de viajar por Estados Unidos con una de sus obras teatrales, Clements terminó documentando no tanto esa desaparición sino un recorrido por algunos de los lugares que los sobrevivieron. El resultado fue su debut como documentalista con All We’ve Got (Todo lo que tenemos), que se estrenó hace poco más de un mes en un festival de New York y recién comienza a recorrer el circuito de festivales alrededor del mundo.

Desde el Lesbian Herstory Archive, un archivo de la historia lesbiana muy particular situado en Brooklyn donde Clements participó como voluntaria, pasando por un bar de Oklahoma City, un centro comunitario de San Antonio, Texas, y llegando al Trans Ladies Picnics, un proyecto de reuniones itinerantes en espacios públicos, los alfileres que se pinchan en el mapa de este documental son espacios donde la mirada encuentra historias e ideas de mujeres que sostienen comunidades alternativas, resistiendo a partir de generar una sociabilidad y una organización que no está basada en el consumo, la rentabilidad o la dependencia del Estado. A veces cerca del anarcofeminismo, otras veces radicalizando las experiencias de romper con modelos patriarcales, otras como simple deseo de otras manera de relación y sustentabilidad.

¿Cómo surgió la idea de hacer este documental?

Había escrito una obra inspirada en Lesbian Herstory Archives, pensaba viajar por todo el país y a hacer lecturas de la obra en lugar de producirla. Pero cuando estaba pensando ese plan, también me di cuenta de que muchos espacios para mujeres LGBTQ, los lugares a los que quería ir, se estaban cerrando. Fue entonces cuando se me ocurrió la idea de hacer un documental sobre los espacios que visité mientras viajaba. La decisión de centrarme en los espacios que han sobrevivido es porque estaba cansada de leer artículos sobre todos los espacios que se estaban cerrando, la misma narrativa del cierre repetida una y otra vez, que a menudo parecía una especie de fracaso por parte de les propietaries o las personas que visitaron estos espacios. Definitivamente es importante reconocer y prestar atención a lo que hemos perdido, pero nadie parecía estar hablando de los lugares que aún existen. ¿Por qué habían logrado permanecer abiertos cuando tantos otros estaban cerrando? Seguramente había algo que podríamos aprender de ellos, sobre la capacidad de recuperación y las estrategias para sobrevivir al capitalismo tardío.

Al inicio del documental, planteás la primera persona narrativa y te definís como una mujer queer, no como una lesbiana, ¿qué significa eso para vos?

Para mí fue increíblemente importante usar la primera persona y narrar la película yo misma, para reconocer que es una visión subjetiva, que soy yo quien está uniendo los hilos de la película, incluso cuando muchas otras personas contribuyen con sus perspectivas. En términos de cómo me identifico, uso las palabras lesbiana y queer, también me gusta usar la palabra dyke (torta). Uso los tres en diferentes momentos y a veces al mismo tiempo, dependiendo de con quién estoy hablando, de qué estoy hablando y qué estoy tratando de señalar en ese momento. Para mí, las palabras lesbiana y dyke se basan en el pasado, en los elementos del activismo lésbico del pasado y del presente que creo que son inspiradores y poderosos. Y también las uso en el presente para desafiar los supuestos de las personas sobre lo que es una lesbiana hoy, particularmente en Estados Unidos. Usar las palabras lesbiana y dyke también me sitúa como alguien que el mundo ve como mujer y me permite insistir en reconocer ese hecho como una diferencia importante en una cultura profundamente misógina y patriarcal. Pero al mismo tiempo, a veces me siento limitada por el término lesbiana. Utilizo la palabra queer generalmente como una simplificación cuando es útil, o cuando quiero reconocer que mi sexualidad no es coherente con lo que la mayoría de la gente asume acerca de alguien que se identifica como lesbiana o dyke.

All We’ve Got también termina siendo un ensayo viajero a favor de otras formas de organización entre mujeres queer.

Tuve la oportunidad de hablar con el público y con un par de grupos de personas sobre la película este año, y generalmente me preguntan: ¿cómo puedo comenzar una comunidad o cómo puedo encontrar comunidades como estas? Y una cosa que trato de hacerle entender a la gente en esos casos es que muchas veces ya la tienen. Creo que las personas a veces piensan que el espacio de la «comunidad» debe formalizarse, debe ser una organización, debe tener un presupuesto y un grupo de personas para administrarlo. Para las mujeres queer en particular, nunca ha comenzado de esa manera, a veces puede ir hacia eso, pero nunca comienza así. El Lesbian Herstory Archive comenzó como una pequeña colección de materiales en el departamento de Joan Nestle y se quedó en ese departamento durante años antes de mudarse a un edificio propio. Un espacio que no está en la película, que me encanta mencionar a la gente, es un pequeño espacio artístico creado por las artistas Allyson Mitchell y Deirdre Logue llamado FAG (Feminist Art Gallery), que es solo una pequeña estructura ubicada en su patio trasero. Y, como la gente verá en la película, las Trans Ladies Picnics comenzaron con la idea de negarse a participar en espacios o estructuras formalizadas de cualquier tipo, utilizando solo espacios públicos. Durante siglos, las mujeres queer se han reunido en sus espacios privados, sus hogares, cualquier espacio que puedan encontrar para reunirse. El espacio comunitario puede ser tu sala de estar, tu cocina, tu dormitorio.

Creo que las mujeres queer se castigan a sí mismas un poco a veces porque hay tantas historias de pérdida y tantas historias de no poder acceder al capital y al poder estructural que les daría acceso a un edificio propio. Pero eso es una cagada. Esa es la narrativa de la pérdida que hemos internalizado. De hecho, tenemos mucho, y siempre está ahí para que lo cultivemos, y en realidad es mucho, mucho más fácil si resistes el impulso capitalista de crecer siempre, de hacer siempre más, de perseguir subvenciones o apoyos gubernamentales o privados. Puede ser bueno tener esas cosas a veces, pero no las necesitamos. Esas no son las cosas que hacen comunidad.

DE TRAGOS Y DILDOS

Hay una estructura narrativa en el documental que va descubriendo formas de organización cada vez más radicales, comienza con un bar más o menos tradicional pero continúa con espacios que desafían formas tradicionales como el Lesbian Herstory Archive, Esperanza, Wow y Trans Ladies Picnic. El saloon de un western lésbico, en el bar de Oklahoma las clientas se dedican a la bebida, los bailes y al juego, puro folclore de cantina, pero acá el juego no implica ni naipes ni herraduras, sino unos aros que hay que embocar en un tablero con dildos. De , esa escena de obsenidad lúdica de pornoshop o de despedida de soltero del far west, el documental puede pasar a una reunión de artistas comprometidas que construyeron una sociedad horizontal abierta para discutir y planificar su cartelera teatral en una sala de New York con apariencia y hasta olor a sótano y expermientación escénica. Espacios con otras reglas. Como las de las creadoras de un archivo de la historia lésbica, que incluye desde publicaciones a remeras o panfletos, que comenzó en una casa pero que aunque ahora tiene todo un edificio propio, siguen sosteniendo como fundamental que se pueda comer en el lugar, tal vez para que el archivo tenga calor de hogar, a diferencia de casi la totalidad de los otros archivos del mundo. Otras convenciones. Las experiencias de la alteridad lesbiana, bisexual, trans, feminista se van derramando por los lugares. Pequeñas y grandes diferencias que van marcando el pulso de un yiro. Mujerizar las ciudades con deseos lésbico, bi y trans, una alianza para que la disconformidad de género se vuelva territorio inesperado, que incluso no sabemos que habitamos. De eso habla Alexis Clements dentro y fuera del documental.

Hay una tendencia a recuperar principalmente las formas de organización revolucionarias y anarquistas.

¡Si, absolutamente! La mitología de la cultura queer está tan arraigada en un pasado que se centra en los bares. Pero los bares queer del pasado, y a veces los bares queer en el presente, pueden ser sitios de explotación y sitios que dependen de personas que se relacionan con el alcohol o las drogas para participar. También pueden ser espacios increíbles que crean vínculos y unen a amantes y amigues. Pero en muchas ciudades de hoy, no son sitios de cambio político. Y una de las formas en que esta película refleja mis propios intereses es que estoy particularmente interesada en el potencial político de las mujeres LGBTQ reunidas.

¿Cómo encontraste ese secreto político de los bares?

Sabía un poco de lo que podría encontrar porque antes de comenzar la película había sido voluntaria de vez en cuando en Lesbian Herstory Archives, y había pasado un poco de tiempo en WOW Cafe Theater. Pero no fue hasta que comencé a trabajar en la película que pude articular un poco del potencial radical que ofrecen estos espacios.

Y tengo que decir que la mayoría de los espacios en la película fueron fundados deliberadamente con un análisis político en mente. Usar estructuras anarquistas y resistir el control del gobierno o los marcos capitalistas no fue un accidente. Las personas que fundaron muchos de estos espacios tenían un claro análisis político que estaban construyendo, leyendo, compartiendo y ayudando a articular y esforzarse por cumplir. Eso comenzó a desarrollarse en EE.UU. a fines de la década de los 60 y a principios de los 70, basándose en el trabajo y la política de los derechos civiles, la lucha contra la guerra y la organización de izquierda, y continúa desarrollándose hoy en día.

La idea del bar en tu película transmite cierta esperanza en la reunión…

Una de las cosas que realmente espero que la película haga por los demás, porque lo hizo por mí, es mostrarle a la gente que hay formas alternativas de organizarse, estar juntos, resistir las estructuras capitalistas que nos convierten en trabajadores o productores. de bienes, para resistir estar juntos solo de manera transaccional. También creo que este tipo de comunidades y la responsabilidad con la que vienen nos obligan a enfrentarnos a nosotros mismos y a los demás de una manera que no es posible en otros espacios, tener que enfrentar nuestros prejuicios, tener que enfrentar nuestros conflictos, darnos cuenta de lo retorcidos que se han vuelto nuestros puntos de vista, ver lo que hemos internalizado y hacer el trabajo lento y difícil de cambiarnos a nosotres mismes. Creo que eso no puede suceder de otra manera que en una habitación con otras personas. No podés hacerlo en soledad, y no podés hacerlo cuando podés salir de una situación difícil apagando tu computadora o tu teléfono por un rato. No podemos cambiar sin malestar y sin confrontación y alejándonos del ruido blanco producido por gran parte del mundo.

30 películas de temática LGBT que son un ejemplo de lucha por la igualdad

Las 30 mejores películas de temática LGBT

Hoy en día ser homosexual está más aceptado socialmente que hace unos años en muchos países, pero desde luego queda mucho camino por recorrer.

Es probable que la educación y unas leyes que amparen la igualdad y los derechos de todo el mundo sean el motor para hacer ese recorrido, pero sin duda la cultura también es un inestimable vehículo para ello. Grandes iconos de la música dando visibilidad al colectivo LGBT, famosos cada vez más valientes que no tienen miedo de salir del armario y dar ejemplo de normalidad o series y películas cuyos personajes han enseñado mucho sobre tolerancia e igualdad son claves para este movimiento.

Por eso hoy vamos a centrarnos en 30 ejemplos de esto último, de cine homosexual que recomendados a todo el mundo y que son buena prueba de lo castigado que ha estado este colectivo a lo largo de la historia, de las injustas represiones y catastróficas consecuencias a las que se ha sometido a los gays o de la fuerza e intensidad que puede tener una relación homosexual(tanto, por lo menos, como una heterosexual). Y echando un vistazo a la lista surgen varias preguntas: ¿España sería un país tan tolerante sin la filmografía de Almodóvar? ¿Conocería tanta gente la historia (tan injusta) de homosexuales tan relevantes como Harvey Milk o Alan Turing si no fuera por el cine? ¿Hasta qué punto se aleja el celuloide de los estereotipos gays, lésbicos y transexuales?

Empezamos nuestro repaso con Mi nombre es Harvey Milk (en la foto), película que le valió el Oscar a Sean Penn y que contaba la historia del primer hombre abiertamente gay en ser elegido para un cargo público en Estados Unidos. Una valiente película que muestra además el germen del movimiento LGBT en San Francisco (y que se acabaría extendiendo a muchos otros países). Recomendadísima para quien quiera conocer un poco más lo que un solo hombre es capaz de lograr.

En nuestra selección también encontrarás:

Como los demás

Película francesa imprescindible que nos habla del reloj biológico de los hombres. Sí, en esta cinta su protagonista se plantea por qué no va a poder criar y cuidar a un niño si ese es su deseo y cree que lo puede hacer tan bien como cualquier otro padre. Sí, es gay, pero…¿Eso influye realmente? ¿No hay padres heterosexuales horribles? ¿No importa más la educación y el amor que se transmite a los hijos que la condición sexual de su padre? Pues eso.

Un hombre soltero

Otra prueba más de las visicitudes quetraía consigo ser gay en épocas todavía más duras que esta. Tom Forddirigía esta película en la que Colin Firth interpreta a un hombre homosexualen los años 60 con la intención de suicidarse en una interpretación que levalió la nominación al Oscar.

Transamérica

Un valiente filme en la que una enorme Felicity Huffman interpreta a una mujer que se va a hacer una vagino plastia pero días antes recibe la llamada de alguien que dice ser su hijo. Sin duda otro de esos ejemplos valientes de cine en el que sus protagonistas tienen mucho que aprender.

La ley del deseo

Otra de Almodóvar. Como decíamos su cine es importantísimo para entender el movimiento gay en nuestro país. Él no solo hablaba de temas en una época en la que pocos se atrevían a hacerlo, sino que lo hacía con una naturalidad y espontaneidad que hacía dela homosexualidad algo tan natural como lo es en realidad (y que pocos se atrevían a aceptar).

The imitation game

Una película basada en hechos reales que, sin girar en torno a la condición sexual de su protagonista, sí hace de ella una parte imprescindible de la misma. Y es que no se entiende la vida deAlan Turing (y mucho menos su trágico final) sin mencionar que era gay.Porque aunque prácticamente inventó los ordenadores y descifró el lenguaje con el que se comunicaba la Alemania nazi (contribuyendo a salvar millones de vidas y a ganar la guerra), la hipócrita sociedad de la época le dio la espalda por su condición sexual, y terminó con su vida suicidándose tras ser procesado por homosexual.

Habitación en Roma

Julio Médem nos dejaba con ganas de más en esta historia en la que dos mujeres dan rienda suelta a su pasión. De la experiencia de una de ellas a la reticencia inicial de otra, la película nos recuerda que cada uno vive y siente su sexualidad de forma muy diferente (y qué).

Carol

Este drama romántico de impecables actuaciones(unas Cate Blanchett y Rooney Mara de Oscar) y excelentes críticas muestra la represión de los años 50 entorno al tema de la homosexualidad. Carol(Blanchett) no solo estaba atrapada en un matrimonio al que accedió por convencionalismo sino que es capaz de ver cómo la inhabilitan para cuidar a su hija cuando su ex pareja se entera de que mantiene una relación con Therese.

Diferente a los demás

Bienvenidos a la primera película gay. Data de1919 y es posible que te preguntes cómo y por qué pudo existir esta película en aquella época. Pues bien, se trata de una película muda alemana, rodada después del fin de la Gran Guerra y unos años antes del inicio del nazismo (en la República de Weimar) y considerada la primera cinta de temática homosexual. En ella se narra la trágica historia entre un violinista y su aprendiz, chantajeados y vapuleados por su condición sexual a modo de crítica de la homofobia de la época. La película se prohibió en su estreno pero, afortunadamente, casi 100 años después, aún se puede ver.

Philadelphia

Mucho después de aquella primera película se rodaron algunas otras, pero tal vez Philadelphia fue la que más hizo por el colectivo hasta ese momento. Una conmovedora historia que dio la vuelta al mundo, que rompió muchos tabúes sobre lo que era la homosexualidad (y el sida) y la demostración de que se podía ser gay y un ser humano ejemplar (porque parece que había que demostrarlo).

Todo sobre mi madre

Antes lo planteábamos. ¿La tolerancia frente ala homosexualidad en España sería como es sin el cine de Almodóvar? Puede ser que el cineasta haya sido rechazado tajantemente por aquellos más conservadores, pero sin duda ha sido un empujón en el coraje de muchos homosexuales que, como Pedro, han optado por llenar de color su vida y de historias que contar. Sin esconderse. Sin importar lo que nadie más piense.

Los chicos están bien

La grandeza de Los chicos están bien es la normalidad tan absoluta que representa. Sí, dos lesbianas madres de dos adolescentes, con muchos defectos y algo perdidas en la vida. Tal y como cualquier pareja heterosexual. Tal y como cualquiera de nosotros.

Weekend

Película de culto gay que abre en canal los sentimientos, miedos y aspiraciones de una pareja destinada a compartir,simplemente, un fin de semana de sus vidas. Podría haber sido una relación hetero, lésbica o whatever. De lo que se habla aquí es universal. Tal vez demasiado sincera. Puede que brutal mente sincera.

La chica danesa

Una de las grandes triunfadoras de la pasada temporada de premios nos traslada a la Dinamarca de los años 30 para contarnos la historia del primer transexual. Einar Wegener dejó salir por un momento a Lili Elbe y ya no hubo vuelta atrás. Ella fue la primera persona a laque se aplicó la reasignación de sexo y, aunque no saliera como se esperaba, su coraje sirvió de ejemplo para todos aquellos que vinieron después.

Las horas

Esta fantástica película hace un repaso al modo de vida de tres mujeres a lo largo de la historia. Laura Brown (interpretada por Julianne Moore), sueña en 1951 con otro tipo de vida que jamás podrá alcanzar. La encorsetada condición femenina de la época solo daba pie ala represión y al silencio. ¿Cuántos millones de personas habrán sufrido como ella a lo largo de la historia?

La vida de Adèle

La vida de Adèle es una de las películas románticas mejor valoradas y más premiadas de los últimos años. ¿Por qué? Probablemente por su brutal honestidad y por contar una historia de amor en la que te olvidas del género de sus protagonistas a los cinco minutos. Esto es una historia de amor, sin etiquetas. Y punto.

The Normal heart

Película ambientada en 1985 que cuenta la lucha contra el sida del colectivo homosexual en unos años en los que la mayoría de la población ignoraba el problema pensando que era una epidemia exclusiva de gays. En la película vemos la interesante lucha de muchos activistas por lograr que se investigue y, sobre todo, que se transforme la visión de una problemática que, en realidad, afectaba a todos.

Pride

Esta película de 2014 narra la curiosa pero efectiva alianza entre un colectivo homosexual y un grupo de mineros en los años 80 en Reino Unido. A los primeros les sirvió para dar visibilidad a la homosexualidad en aquella complicadísima época mientras que a los segundos les ayudó en su lucha contra las medidas de Thatcher. Una historia basada en hechos reales y llena de humor que no deja de sorprender hasta el final.

Brokeback Mountain

Una película importantísima del género que llegó a ser una de las grandes protagonistas de los Oscar en 2005. Mostraba la historia de amor prohibido entre dos hombres en la Estados Unidos profunda delos años 60. Una historia de amor pero también de odio y de incomprensión a su alrededor que está tan bien escrita e interpretada que es imposible no sentirse de lado de los protagonistas. Vamos, que hasta nuestra bisabuela creería en el amor de Ennis y Jack.

Capote

Uno de los escritores más grandes de la historia interpretado por uno de los mejores actores (Philip Seymour Hoffman).Una de los aspectos más interesantes en Capote es que muestra esa otra parte de la sociedad (la alta sociedad) en la que ser gay no es que estuviera aceptado pero tampoco estaba del todo mal visto. Digamos que con algunos personajes relevantes se miraba para otro lado, tal vez porque se les respetaba tanto el ámbito profesional y eran tan carismáticos para el gran público que nadie quería meterse con ellos, afortunadamente.

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Por supuesto «Distinto a los demás» (Anders als die Andern) no sobrevivió al nazismo. Ninguna libertad humana lo sobrevivió.

Se trataba de la película, dirigida por Richard Oswald, sobre un violinista llamado Paul Korner que se enamora de uno de sus alumnos y acaba envenenándose ante la presión de un chantajista que le amenaza con visibilizar su homosexualidad. Llegó a proyectarse en pantalla grande en 1919 en Alemania, entonces una República pacífica y en plena revolución de las libertades en el mundo del cine. Y tuvo un gran éxito, mostrándose en 40 salas del país. Magnus Hirschfeld, un famoso sexólogo alemán y visible defensor de los derechos homosexuales, estaba detrás de esta revolucionaria historia, la cual escribió junto al director e donde se interpretó a si mismo. Un film que es todo un hito en la historia LGTB que incluye en la narrativa a personajes como Tchaikovsky u Oscar Wilde y que muestra también, y con mucho tacto, la vivencia de los padres del protagonista al descubrir la orientación sexual de su hijo. -Acuden al doctor Magnus y este les explica que la enfermedad no es la homosexualidad, sino la homofobia: “No debe pensar mal de su hijo porque sea homosexual. No es a él a quien hay que culpar de su orientación (…) Su hijo no sufre por su condición sexual, sino por el equivocado juicio que se hace de la misma. Sufre por la condena legal y social de sus sentimientos (…) La persecución de los homosexuales pertenece al mismo triste capítulo de la historia de la humanidad que la persecución de los herejes o de las brujas (…) Es una violación de los derechos fundamentales del individuo”.

Se la considera la primera película de amor gay de la historia (aunque 3 años antes Vingarne contaba la historia de un triángulo amoroso entre dos hombres y una mujer) y una de las películas más activistas y valientes de la primera mitad de siglo.

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Al año fue prohibida al considerarse que amenazaba el artículo 175 del Código Penal que condenó -y lo haría hasta 1994- la homosexualidad con penas de cárcel. Tanto el público conservador que llegó a pitar la película en varias proyecciones, como la revista gay Friedrich Radszuweit, que denunciaba que reproducía el prejuicio de que los gays son afeminados (!!!), celebraron tan triste prohibición.

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