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Sense 8 actores

Sense8 é uma série estadunidense de ficção dramática dirigida, escrita e produzida por Lilly e Lana Wachowski e por J. Michael Straczynski. A primeira temporada, com doze episódios, foi produzida e lançada pelo serviço de streaming Netflix em 5 de junho de 2015. Em 8 de agosto de 2015 – o mesmo dia e mês que os oito personagens principais da série fazem seus aniversários – a conta oficial no Twitter de Sense8 postou um vídeo dos membros do elenco, anunciando que a série da Netflix foi renovada para uma segunda temporada prevista para 2017. No dia 26 de abril de 2016, foi anunciada a saída do ator Aml Ameen do elenco da série, sendo substituído por Toby Onwumere. O motivo da despedida do ator foi desentendimentos com a diretora e cocriadora do programa, Lana Wachowski. Foi lançado um episódio especial de Natal com duração de 2 horas no dia 23 de dezembro de 2016 na Netflix.

Sinopse

A série gira em torno de oito protagonistas: Will Gorski, Riley Blue, Capheus Onyango, Sun Bak, Lito Rodriguez, Kala Dandekar, Wolfgang Bogdanow e Nomi Marks. Cada uma dessas pessoas é de uma cultura e um país diferente (exceto, Will e Nomi, ambos americanos). Em seu cotidiano, todos subitamente têm uma visão do suicídio de uma mulher chamada Angelica e, a partir de então, eles descobrem estar mentalmente e emocionalmente ligados um ao outro, sendo capazes de se comunicar, sentir e apoderar-se do conhecimento, linguagem e habilidades alheias. A quem tem esse tipo de dom é dado o nome de Sensate. Ao mesmo tempo que tentam descobrir como e por que esta conexão aconteceu e o que isso significa, um misterioso homem chamado Jonas surge para tentar ajudar os oito. Enquanto isso, uma estranha figura elusiva chamada Sussurros tenta capturá-los, usando as mesmas habilidades de sensate para conseguir acesso as outras mentes. A série explora temas que seus criadores sentiram que programas de ficção científica tendem a ignorar como política, identidade, sexualidade, gênero e religião. Cada episódio reflete os pontos de vista dos personagens que interagem uns com os outros enquanto aprofundam as próprias origens, as próprias diferenças e as experiências passadas que possam uni-los.

Elenco Principal

Elenco Recorrente

Elenco Convidado

Produção

De acordo com as Wachowski, a origem de Sense8 se deu há vários anos em «uma conversa de fim de noite sobre como a tecnologia nos une e nos divide ao mesmo tempo». Straczynski se recorda que quando as Wachowski decidiram criar sua própria série, elas o convidaram para São Francisco, devido à sua experiência em trabalhar com o formato de séries, para trocar ideias. Tanto as Wachowski quanto Straczynski concordaram que se eles fossem fazer uma série de TV, eles teriam que tentar fazer algo que nunca tinha sido feito antes e alterar o «vocabulário para produção de televisão», da mesma forma que Matrix tornou-se uma grande influência para filmes de ação desde o seu lançamento. Depois de vários dias de discussão, eles decidiram em explorar a relação entre a empatia e a evolução da raça humana e que a história fosse contada em uma escala global, necessitando diversos países pelo mundo, em contraste ao padrão do modelo de produção para a televisão, que tenta limitar ou falsificar a quantidade de lugares o máximo possível. Uma fonte de inspiração para Straczysnski foi a sua própria experiência com seus amigos que vivem em diferentes partes do mundo mas se coordenam para que possam ver um filme ao mesmo tempo online e comentar sobre.

Desenvolvimento

O trio ficou tão animado com o conceito que eles decidiram desenvolvê-lo por conta própria, em vez de tentar vendê-lo para que outras pessoas o desenvolvessem. As Wachowski, junto com Straczynski, haviam escrito três roteiros de especulação, de uma hora de duração cada, para conseguir o apoio de um algum canal para realizar a série, mas vendo que nem a Warner Bros nem a HBO tinham entendido o conceito da série, resolveram guardar o conceito para o futuro. Se a série fosse realizada as irmãs e Straczynski iriam partilhar as funções showrunners. Além disso as Wachowski planejavam dirigir alguns episódios da série, se o seu cronograma permitisse.

De acordo com Straczynski a primeira reunião com potenciais compradores foi com a Netflix. As Wachowski e Straczynski falaram com eles sobre temas como gênero, identidade, sigilo e privacidade em vez de lançando ação ou aspectos comerciais de outra forma e quando a reunião terminou eles temiam que eles cometeram um erro. Ao meio-dia e antes que tivessem a chance armá-la para outros meios, tais como HBO, Netflix chamou para oferecer preventivamente para comprar e produzir a primeira temporada. O Netflix anunciou que tinha ordenado uma primeira temporada de 10 episódios para a série em 27 de março de 2013.

A escrita inicial foi dividida entre as Wachowski e Straczynski cada um com poucos episódios. As Wachowski escreveram os episódios um, dois, três, sete e oito. Straczynski escreveu episódios quatro, cinco, seis, nove e dez. Em seguida, as Wachowski reescrevram os scripts de Straczynski e vice-versa. Straczynski disse que uma boa parte da escrita era apenas ele e Lana. Lana Wachowski, uma mulher trans, escreveu seu primeiro personagem transexual em sua carreira na série; Nomi Marks. Para isso, ela parcialmente usou suas próprias experiências. «Existem algumas cenas muito intensas e autobiográficas, e isso foi muito difícil e surreal», disse Lana.

Durante as filmagens, por causa da densidade dos scripts e a duração estendida do primeiro corte do primeiro episódio, os showrunners e a Netflix chegaram a um acordo para estender a temporada de 12 episódios.

Straczynski prevê que a série será composta de cinco temporadas. Antes do início das filmagens, Straczynski e as Wachowski mapearam cinco temporadas de histórias para a série, incluindo o episódio final. Straczynski detalhou em um documento de 30 páginas, os pontos-chave para uma hipotética segunda temporada, caso a primeira fosse um sucesso. Os atores escalados assinaram contratos por cinco temporadas. «Nós a apresentamos como uma história de cinco anos. Temos mapeado cinco temporadas de série, as negociações com os atores estão sendo feitos para cinco temporadas, cinco ou seis, dependendo das pausas», disse Straczynski. O desenhista de histórias em quadrinhos Steve Skroce, que colabora com as Wachowski desde Matrix, tanto nos os filmes quanto nos materiais desenhados, criou storyboards para a série.

Filmagens

Para expressar adequadamente os aspectos internacionais da história, as filmagens de Sense8 ocorrem quase que inteiramente em vários locais ao redor do mundo. Na primeira temporada, a filmagem ocorreu em nove cidades localizadas em oito países diferentes: Chicago, São Francisco, Londres, Berlim, Seul, Reykjavík, Cidade do México, Nairóbi e Mumbai. A produção da série começou em junho de 2014, em San Francisco. Os cineastas negociaram com sucesso com os organizadores do projeto mural Clarion Alley e selecionaram artistas para caracterizar suas obras de arte no show. A filmagem começou em Chicago, em 9 de julho, e terminou em 8 de agosto, com gravações ocorrendo tanto em locações externas quanto no Film Studios Cinespace. Durante a procura de cenários, os produtores encontraram a Igreja Metodista na cidade de Gary, Indiana, e mudaram a descrição de um dos locais no script para uma igreja especificamente para poderem usá-la nas filmagens. Eles também gravaram algumas cenas no restaurante Superdawg, um drive-through de Chicago, solicitando aos clientes que não olhassem para as filmagens. Lana e Lilly são frequentadoras assíduas do lugar.

Na Alemanha, parte da gravação foi feita pelo Studio Babelsberg, perto de Berlim. A sequência em Nairóbi exigiu uma multidão de 700 figurantes, 200 carros e um helicóptero. Em Mumbai foi gravado um número de dança de Bollywood que incluiu tanto letras em inglês e hindi e foi coreografado por Slumdog Millionaire Longinus Fernandes. Os escritores queriam incluir na série um evento de cada cidade. Eles conseguiram filmar a Parada LGBT com cenas de Dykes on Bikes na Dyke March em São Francisco. A celebração do dia da Independência, 4 de julho, com a queima de fogos em Chicago e a celebração do festival hindu de Ganesha Chaturthi em Mumbai. Além disso, foram gravadas cenas de apresentações de trans no festival Fresh Meat em São Francisco, uma cena de boate no clube KOKO em Londres, e uma lucha libre (luta profissional mexicana) com os atores vestindo máscaras de luta livre na Arena Naucalpan, na Cidade do México. Finalmente, as cenas onde os personagens aparecem em aviões foram gravadas em viagens reais em que o elenco e equipe fizeram nos deslocamentos entre Londres e Islândia.

Em 17 de novembro de 2014, Straczynski escreveu que as filmagens da unidade principal estavam oficialmente terminadas, faltando somente algumas cenas externas de inverno a serem filmadas na Islândia no mês seguinte. Essas cenas foram adiadas para meados de janeiro de 2015, até que a quantidade de neve desejada fosse atingida, com a festa de encerramento ocorrendo no salão Harpa Music and Concert em Reykjavík no dia 21 de janeiro. No fim das filmagens, a produção tinha completado 100.000 milhas em viagens aéreas, equivalente a quatro voltas ao redor do planeta.

O começo da produção da unidade principal para a segunda temporada foi projetado para março de 2016, mas uma filmagem especial foi feita com os atores principais em 30 de dezembro de 2015 em Berlim, para aproveitar as festividades de Natal, seguida por dois curtos dias de gravação, 23 e 24 de janeiro de 2016, em Chicago. A filmagem recomeçou em meados de março de 2016, em Berlim e seguiu para Mumbai em 25 de março, para dez dias de gravações. Aml Ameen deixou a produção depois de Mumbai. Em 7 de abril, as filmagens recomeçaram em Positano, seguindo para o México no final do mês, com Toby Onwumere substituindo Ameen, na Cidade do México e um dia em Metepec. Em 7 de maio, a filmagem começou em São Francisco, na Califórnia, indo até 23 de maio.

Uma curta gravação em Malibu, Los Angeles, se seguiu. Depois disso, foram feitas gravações em São Paulo, na vigésima Parada do Orgulho LGBT no final de maio. As filmagens em Chicago foram de 5 a 15 de junho, se movendo em seguida para o Reino Unido, em Londres, Cambridge e Escócia, terminando em 4 de julho. Então, as gravações se moveram para os Países Baixos, Amsterdam e Haia, até o dia 19. As filmagens seguintes foram feitas em Nairóbi e Coréia do Sul, em Seul e Bucheon. Depois disso, a equipe retornou brevemente a Londres e Berlim até o meio de setembro. A filmagem seguiu então para dois dias em Malta, onde foram usados tanques de água em Kalkara. Em 19 de setembro de 2016, com a finalização das gravações em Malta, a filmagem da segunda temporada terminou.

Videos

Sense8 Temporada 2 Netflix Sense8 Trailer oficial da temporada 2 Netflix Sense8 – Especial de Natal Trailer Oficial HD Netflix

Referências

Elenco e Equipe

Elenco Principal

Aml Ameen (1ª Temporada) • Brian J. Smith • Doona Bae • Jamie Clayton • Max Riemelt • Miguel Ángel Silvestre • Tina Desai • Toby Onwumere (2ª Temporada) • Tuppence Middleton

Elenco Adicional

Naveen Andrews • Daryl Hannah • Freema Agyeman • Terrence Mann • Anupam Kher • Alfonso Herrera • Erendira Ibarra • Christian Oliver

Equipe

Lana e Lilly Wachowski (Criadoras, escritoras e produtoras) • J. Michael Straczynski (Diretor criativo e produtor)

Actor de Sense8 se une a elenco de cuarta entrega de Matrix

Max Riemelt, actor de la serie Sense8, se unirá a la cuarta entrega de Matrix dirigida por Lana Wachowski, una de las hermanas que crearon la mítica saga.

Riemelt se unirá a otros intérpretes originales de la franquicia propiedad de Warner Bros, entre ellos Keanu Reeves (John Wick), Carrie-Anne Moss (Jessica Jones) y Jada Pinkett Smith (Agente bajo fuego), que interpretarán a Neo, Trinity y Niobe, respectivamente. Estarán junto a los recién llegados Jessica Henwick (Iron Fist), Neil Patrick Harris (¿Cómo conocí a tu madre?), Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman) y Toby Onwumere, quien también hizo parte del reparto de Sense8.

La historia aún la están escribiendo los novelistas Aleksandar Hemon y David Mitchell junto Wachowski (Cloud Atlas), quien también produce esta cuarta entrega sin título. Todos trabajaron en Sense8. Lilly, la otra hermana Wachowski, escribió y produjo para Showtime la comedia de televisión Work in Progress, estrenada el 8 de diciembre pasado.

La serie de ciencia ficción Matrix ocurre en un futuro distópico sobre la caída tecnológica del hombre y las consecuencias de la inteligencia artificial, entre ellas la creación de una raza de máquinas autoconscientes que encerraron a la humanidad en un sistema de realidad virtual, la Matriz. El hombre es una materia usada por las máquinas para cultivar energía.

Hace 21 años se lanzó la primera película de la trilogía, en 2003 la segunda y la tercera, Matrix Reloaded y Matrix Revolutions. La franquicia generó más de US $1.600 millones en taquilla mundial en estas tres entregas.

Matrix 4 será producida este año. La fecha de estreno es el 21 de mayo de 2021.

Brian J. Smith, uno de los protagonistas en la serie de Netflix Sense8, ha decidido alzar la voz y salir del armario en el número de diciembre de Attitude.

El actor se ha abierto sobre su sexualidad y ha revelado el camino recorrido hacia la autoaceptación.

LEER: Pareja gay abre el primer refugio para jóvenes LGTB sin hogar de Wisconsin

“Estaba aterrorizado. En la escuela realmente no encajaba en ningún lado. No era un deportista o un nerd”, recuerda el actor que interpretó al policía Will Gorski.

“Olvídate de cualquier sindicato o grupo LGTBQ. No había absolutamente nada. Estaba completamente solo. Escuché todos los nombres: coño, maricón”, añade Brian sobre su adolescencia, cuando le tocaba ser cuidadoso de a quién miraba y por cuánto tiempo o con quién hablaba sobre su orientación sexual.

La vida, sin embargo, le cambió la perspectiva y le dio la seguridad que necesitaba cuando habló del tema con sus padres, a quienes subestimó: “Me sorprendió. Cuando salí del armario con mis padres, fueron maravillosos. Dijeron que estaban esperando que yo dijera algo. Estaban mucho más avanzados de lo que les daba crédito. Creo que fue entonces cuando me puse de acuerdo con eso también. Solo en términos de ser, ‘Oh, ese es el mundo, no es tan peligroso como pensé que era’”, rememoró Smith en su charla con Attitude.

LEER: Sense8: el desenlace ya tiene fecha de estreno

Viendo su situación, la misma que viven miles de jóvenes en el mundo todos los días, Brian asegura que ahora abrazaría a su yo más joven y le diría que “está bien”.

Brian J. Smith, de ‘Sense 8’, assume ser gay e fala sobre infância difícil

O ator Brian J. Smith, 38, conhecido pelo seu trabalho na série «Sense 8» (2015-2018) da Netflix, se assumiu homossexual em entrevista à revista gay britânica Attitude. À publicação, ele contou que teve uma infância difícil ao crescer nos anos 1980 na zona rural do Texas (EUA), estado conservador americano.

«Eu morria de medo. Na escola, eu não me encaixava em nenhum grupo. Eu não era atleta, não era nerd», disse ele.

Smith falou que na época se sentia «completamente sozinho», porque não havia qualquer aliança ou grupo LGBTQ. «Eu era xingado de todos os nomes (…). Eu nunca podia ser eu mesmo.»
Foi no teatro que o ator disse ter se sentido menos sozinho. «No palco, eles prestaram atenção em mim e viram que eu tinha alguma coisa diferente. Foi aí que não me senti sozinho.»

Revelar para a família que era gay também não foi fácil para Smith. Mas a reação dos seus pais, que o acolheram, surpreendeu o ator, segundo ele contou para a revista.

«Eles foram maravilhosos. Eles disseram que estavam apenas esperando que eu dissesse alguma coisa. Eles eram muito mais avançados do que eu acreditava.»

Smith lembrou ainda que se sentiu relaxado ao gravar «Sense 8» -a série teve duas temporadas e depois foi cancelada. «Pensei: finalmente, posso ser eu mesmo.» Depois do programa, ele atuou na minissérie World on Fire, superprodução da BBC.

Questionado sobre o que ele diria hoje para o menino que foi, o ator respondeu: «Eu apenas o abraçaria e diria: ‘Está tudo bem.'»

Em seu Instagram, Smith compartilhou uma foto da capa da revista e escreveu: «Bom dia, mundo. A equipe da revista me procurou e eu sabia que era a hora. Espero que haja outras pessoas por aí como eu (e não como eu!) que possam se identificar. Nada além de amor! Agora vamos festejar.»

Good morning, world. The folks at @attitudemag reached out and I knew it was time. Hoping there’s other people out there like me (and not like me!) who can relate. Nothin but love! Now let’s go party. Photography: @harolbaezstudio Interview: @cliffjoannou Styling: @josephkocharian Location: @thepierreny Grooming: @melissa.dezarate

Uma publicação compartilhada por Brian J. Smith (@smithespis) em 7 de Nov, 2019 às 4:34 PST

Los actores que han encumbrado a ‘Sense8’

Poco podía imaginar Netflix, cuando estrenó ‘Sense8’, que tenía en sus manos una serie que haría historia.

Estamos en 2015, y las hermanas Wachowski (creadoras del universo de ‘Matrix’) estrenan una ficción con un argumento transgresor. Los sensates son homo sensorium, una evolución del ser humano. Personas conectadas por emociones y sentimientos con otros, aunque no se conozcan y vivan incluso en diferentes continentes.

‘Sense8’ nunca habría triunfado si no hubiera contado con el reparto de actores que le dio vida. ¿Les conocemos un poco más?

Brian J. Smith

Este actor originario de Texas nació en 1981. Antes de ‘Sense8’, había trabajado como secundario en ficciones como ‘Ley y Orden’, ‘Gossip Girl’ o ‘Person of Interest’. Aunque su salto a la fama vendría con ‘Stargate Universe’, la serie que retomaba en 2009 el legado de ‘Star Trek’.

En ‘Sense8’, Smith da vida al policía Will Gorski. Vive en Chicago y es tan comprometido y honesto que a menudo se echa sobre los hombros demasiada responsabilidad.

Tuppence Middleton

Otra protagonista del reparto de ‘Sense8’ es esta inglesa que recibió su nombre del apodo infantil de su madre. En televisión, la hemos visto en ‘Black Mirror’, ‘Dickensian’ o ‘Electric Dreams’. Su colaboración con las Wachowski se extiende al cine, pues también participa en ‘El destino de Júpiter’.

Su personaje en la serie de Netflix, Riley Blue, es una DJ islandesa con un pasado traumático que la persigue. De personalidad retraída, en realidad, es muy sensible y tierna.

Jamie Clayton

Jamie Clayton nació en San Diego. Se hizo popular por su trabajo de maquilladora en el programa ‘TRANSform Me’. Su primera oportunidad como actriz le llegaría con la serie ‘Hung’ de HBO. Próximamente estrenará la película ‘The Chain’.

Nomi Marks es su personaje en ‘Sense8’. Representa los valores esenciales de la serie, pues es capaz de afrontar los cambios con valentía y amor a la vida. Al igual que Clayton, Nomi es transgénero.

Max Riemelt

El reparto de ‘Sense8’ está formado por actores de todas las partes del globo. Riemelt es un actor berlinés nacido en 1984. Dennis Gansel fue el director que impulsó su carrera con las películas ‘Madchen, Madchen’ y ‘Napola’. Más tarde, logró el reconocimiento internacional por su papel de Marco en la cinta de 2008 ‘La ola’.

Como sensate, su personaje es duro y frío. Podríamos creer que Wolfgang Bogdanow será el antagonista. Está metido en el mundo del hampa, y ‘trabaja’ abriendo cajas fuertes. Su vida es un desastre hasta que conoce a sus compañeros.

Miguel Ángel Silvestre

¿Qué decir de este intérprete castellonense? Nos sentimos orgullosos de que un actor al que hemos visto crecer en la pequeña pantalla se haya convertido en estrella internacional gracias a ‘Sense8’. ‘Motivos personales’, ‘Sin tetas no hay paraíso’ o ‘Velvet’ son algunos de sus trabajos más conocidos.

En un cambio de registro, o precisamente, parodiando su faceta de galán, su personaje en la serie es Lito Rodríguez. Es un actor de éxito en México… que vive en una absoluta mentira. El gran público no sabe que su relación con Daniela es una farsa y, en realidad, tiene una historia de amor con otro hombre.

Aml Ameen / Toby Onwumere

Dos actores han dado vida al personaje de Van Damme. Aml Ameen lo interpretó en la primera temporada. Es un actor londinense que nació en 1985 y que ha trabajado en cintas como ‘Kidulthood’ o ‘Red Tails’. En 2007, ganó un Screen Nation Award por su trabajo en ‘The Bill’. Los rumores dicen que tuvo problemas con Lana Wachowski en el rodaje de la segunda temporada de ‘Sense8’.

Por lo que protagonizó uno de esos casos de síndrome Darrin en los que un actor reemplaza a otro sin más justificaciones en la trama. Toby Onwumere, su sustituto, debutó en la serie en el especial de Navidad de 2016.

Capheus Onyango, más conocido como Van Damme, vive en Nairobi y trabaja como conductor de autobús. Es un hombre alegre, con una única preocupación: conseguir dinero para comprar las medicinas que necesita su madre.

Tina Desai

Entre el reparto de ‘Sense8’ también destaca Tina Desai. Saltó a la fama con el reality ‘Get Gorgeous’ que la convirtió en modelo profesional. Después, Bollywood le dio la oportunidad de trabajar como actriz. A nivel internacional, es conocida por su papel en ‘El exótico Hotel Marigold’.

En la serie de las Wachowski interpreta a Kala Dandekar, una joven de clase media por la que su familia se ha esforzado mucho para estudiase Farmacia. Y tuviera un gran futuro por delante, como el que representa su matrimonio concertado con el dueño de la multinacional para la que trabaja.

Bae Doona

Doona es de Corea del Sur. Su madre le contagió su pasión por los escenarios, pues viajó con ella por todo el país acompañándola en su trabajo. Sus películas más conocidas por el gran público son ‘Sympathy for Mr. Vengeance’ y ‘The Host’. También es una reputada fotógrafa.

El último (y como dice el tópico “no por ello menos importante”) de los sensates es Sun Bak. Sun lleva una doble vida. Es una mujer de negocios, sometida a la voluntad de su padre y su hermano por una promesa que hizo a su madre antes de morir. Pero también es una luchadora de kickboxing en peleas clandestinas. Y, sí, sus peleas representan algunas de las mejores secuencias de la serie.

Ya conocemos a nuestros 8 sensates protagonistas. Pero el universo de la serie se extiende más allá.

Los que lo saben (casi) todo

Uno de los miembros del reparto de ‘Sense8’ más conocidos es Daryl Hanna, a la que hemos podido ver en ‘Splash’, ‘Kill Bill’ o ‘Blade Runner’. En la serie es Angelica Turing, una homo sensorium de otro grupo que actúa como ‘madre’ de nuestros sensates protagonistas.

Naveen Andrews, el recordado Sayid de ‘Lost’, da vida a Jonas Maliki, un aliado para este nuevo grupo al que ayudará a entender su compleja naturaleza.

El malo de la historia, ‘Whispers’, está interpretado por Terrence Mann. Aunque es sensate, es un enemigo para los suyos, a los que busca para darles caza y asesinarlos.

Los aliados

Más allá de sus capacidades psíquicas, nuestros sensates son personas que han de sobrellevar su propia existencia.

Alfonso Herrera es Hernando, la pareja de Lito y quien sufre por vivir un amor a escondidas. Daniela, interpretada por Eréndira Ibarra, es la tercera parte de este triángulo. Un personaje muy divertido de los que llenan la pantalla con su presencia.

Amanita, la pareja de Nomi y su mayor apoyo, está interpretado por Freema Agyeman, a quien recordamos por su papel en ‘Doctor Who’. Sanyam Dandekar, al que da vida el actor Anupam Kher, es el padre de Kala. Y Sukku Son es el detective Mun, que entra en la vida de Sun Bak, atraído por sus misteriosas circunstancias.

Imágenes | ‘Sense8’

Imagina poder hablar con los actores de Sense8. Hemos invitado a Matteo a hacerlo. ¿Te apuntas a la próxima?

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Agenda AMOR VINCIT OMNIA de fans de Sense8
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__ ¿Qué descubrirás en este post? __

Experiencia en Sense8 Con en Español:

En agradecimiento a todos aquellos que nos están ayudando, realizamos el mes pasado el sorteo de dos entradas a la Sense8Con, una convención donde los actores de esta serie y los fans pudieron compartir juntos su pasión por los aprendizajes vitales de esta serie. Pero queremos que os lo cuente en primera persona nuestro invitado, Matteo Sisti @MadHatter094:

https://twitter.com/MadHatter094/status/1113486420709138437

Una semana después de SENSE8CON2, mi primera experiencia en la convención, todavía muchas emociones y sentimientos mueven mi conciencia.

Después del evento absolutamente único y mágico en París, me siento cambiado y aún más enriquecido por el mundo SENSE8 que antes.

Pensando en cómo me han capturado en el mundo de “Homines Sensorium”, no puedo recordar cómo y cuándo sucedió, como si siempre me hubiera sentido parte de este mundo. Sé que descubrí la existencia de SENSE8 solo después de que se lanzara el especial “AMOR VINCIT OMNIA”, creo en un post en Twitter. Viendo cuánta gente hablaba de SENSE8, decidí intentar verlo.

En ese momento, aún no estaba en Netflix, me suscribí después de un tiempo tan sólo para ver SENSE8. Inmediatamente después del primer episodio, he caminado como nunca lo había pensado. Mirando este mundo utópico de lucha, amor, resistencia a los opresores y grandes corporaciones, simbolizado por BPO, privando de los derechos humanos … mi alma se ha conmovido por completo y nunca he sido el mismo.

Siempre he luchado por la democracia y la igualdad en el mundo, a través de campañas y peticiones en línea, soy vegetariano desde hace casi tres años, y por eso me gusta mucho el amor entre Sun Bak y su perro, y las opciones de comida de Teagan, Nomi’s. hermana -. Estudio cine, televisión y nuevos medios, en el primer año de la maestría de la universidad IULM en Milán.

No hay nada como SENSE8, ninguna otra serie de televisión es capaz de poner en sí misma tantos mensajes, contenidos, géneros y sentimientos mentales. Como dijo Lana Wachowski, es un programa diferente desde su creación, porque quería “contar una historia en la que la diferencia no era algo que nos diferenciara de los demás, sino que era lo que nos unía”

Realmente podría vivir esta unidad mágica en la convención organizada por ZarataEvents el fin de semana pasado. Muchas caras de Twitter finalmente se han convertido en una realidad, muchas otras personas nuevas se han convertido en parte de mi clúster global. Unidos por la misma empatía, diferentes por edad, país, orientación sexual y cultura, hemos descubierto que somos una familia. Como si nos conociéramos desde siempre y para siempre.

No es fácil explicar con palabras este sentimiento particular. Para muchos de ellos, SENSE8 se ha convertido en una filosofía de la vida, muchos siguen luchando por lo que representa su universalidad de AMOR.

Martin (@martoerhardt) es quizás quien se ha movido más que los demás en el mundo SENSE8, ha decidido visitar toda Europa desde Argentina para experimentar los diferentes lugares del espectáculo y hacer algunos videos, también para continuar la batalla por una posible temporada Tres.

“El amor, como el arte, siempre debe ser libre”, y todos los Sensies hacen este mensaje real, creando empatía y amor en sus vidas a partir de sus actitudes personales. Si sigues a Susana (@su__me), por ejemplo, ella planea realizar en Barcelona un mural de SENSE8, con artistas portugueses y españoles.

¡Los Sensies están en todas partes, y nuestra energía está en continua expansión!

Hablando sobre los actores, Tina Desai – Kala Dandekar, es un espíritu dulce y libre. Nos dijo que su vida ha sido cambiada por SENSE8, porque ha podido abrir la India y su universo al mundo, a través de la experiencia vivida con los actores y la compañía. Ella personalmente ha contribuido a la elección del lugar para la “luna de miel” con Rajan.

Erendira Ibarra – Daniela Velázquez es la que más me ha tocado personalmente. Ella está realmente llena de una fuerza empática particular, y nos ha hablado de las luchas que tenemos que perseguir para el futuro en nuestra vida. Antes de conocer a Daniela, ella creía que la violencia contra las mujeres era parte de la cultura de su país, pero ahora lucha con las otras mujeres por la libertad y la igualdad en México. También nos ha dicho que nuestro presente es femenino, porque es el momento de sanar, luchando juntos para lograr la paz y la democracia ahora, porque juntos los cambios son posibles. ¡Debemos seguir luchando “hasta que la dignidad se convierta en una costumbre”!

Para Brian Jacob Smith – Will Gorski, incluso su vida ha sido cambiada por SENSE8. Hijo de una familia conservadora de Texas, ha encontrado en Will una nueva identidad, más libre de estereotipos.

Quienes han sido profundamente cambiados por SENSE8 son también Michael Sommers – Bug y Sandra Fish – Janet Marks. Se conocieron en el Tour Eiffel, para el especial especial “AMOR VINCIT OMNIA”, y ahora son una pareja, decidiendo luchar juntos por esta historia de amor especial.

Otra memoria que Erendira nos ha transmitido, y eso aclara en qué medida SENSE8 es diferente de los otros programas de televisión: en el momento del especial de Navidad, su prima murió. Lana le dio la opción de volver a casa para quedarse con su familia y quedarse en el set, y habrían sido la familia que ella necesitaba. Durante las escenas, Erendira lloró más de una vez, y cada vez que lo hizo, Lana y Lilly pararon todo, para llorar con ella.

Además, Lana también estableció los horarios para hacer que los actores empaten y se conozcan mejor, el momento para las partes. Las partes se estipularon en el contrato.

Muchas cosas deberían ser más que contar acerca de la increíble e increíble experiencia de SENSE8CON2, el fin de semana mágico de celebración y unidad empática. Solo quiero dejar algunas pistas para todos los que aún creen en la posibilidad de una tercera temporada. Los actores juntos han creado un posible futuro para sus propios personajes, y en el especial ya hemos visto posibles claves futuras.

Si te das cuenta, en el tren durante el momento de “Te siento”, y después de la orgía final, también aparece Bug, entre los Sensados. Michael ha dicho que esta era una elección buscada por Lana. Piensa que en el futuro seremos capaces de sentirnos no por nacimiento, sino por elección, en un momento particularmente fuerte de alegría o peligro para un amigo. Hablando sobre Daniela, ella ha revelado que algunas escenas se han eliminado, pero durante la orgía final, podemos ver con ella, Lito y Hernando, un brazo flotante más: Daniela debería haber encontrado el amor en Puck.

El SENSECON2 no podía terminar de otra manera que cantar juntos What’s Up (4 Non Blondes) Después de haberlo cantado con Michael en su panel personal (uno de los mejores momentos vividos con él, junto con la presentación de su propio “Show de un hombre” sobre la gentrificación en Oakland, California).

Después de la canción final, casi todos los actores lloraron con nosotros, conectados por las mismas emociones.

“Hasta que nos mantengamos juntos, sé que no hay nada que no podamos hacer”, estad atentos al SENSE8CON3.

Espero poder reunirme allí con mis grupos, ¡el próximo año en mayo!
Debemos seguir recordando que “la imposibilidad es siempre un beso lejos de la realidad”, y debemos seguir marchando juntos, como Nomi, en nuestras vidas por los ideales reales, incluso por todos los que no pueden hacerlo.

¡SENSIES PARA LA VIDA!

Matteo Sisti @MadHatter094 – Milano – Italia

Experience in Sense8Con in English

A week after the SENSE8CON2, my first convention experience, still a lot of emotions and feelings move my conscience.

After the absolutely unique and magic event in Paris, I feel myself changed and even more enriched by the SENSE8 world than before.

Thinking about how I’ve been captured in the “Homines Sensorium” world, I can’t really remember how and when it happened, as if I felt always been part of this world. I know that I’ve discovered about the existence of SENSE8 only after the special “AMOR VINCIT OMNIA” was being released, I think through a post on Twitter. Seeing how many people were speaking about SENSE8, I decided to try watching it. At that time, I wasn’t on Netflix yet, I have subscribed after a while for SENSE8. Immediately after the first episode, I’ve chanded like I never thought. Watching this utopian world of fight, love, resistance to the sopruses and governments, symbolized by BPO, depriving of the human rights…my soul has been totally moved and I have never been the same. I have always fought for democracy and equality in the world, through online campaigns and petitions, I am vegetarian since almost three years ago – and for this I really like the love between Sun Bak and her dog, and the food choices of Teagan, Nomi’s sister -.

consigue tu libro

I study Cinema, Television and New Media, at the first year of the Master degree of the IULM university in Milano. There is nothing like SENSE8, no other tv series is capable of putting in itself so many messages, contents, genres and mental feelings. As Lana Wachowski said, it’s a different show since its creation, because she wanted to “tell a story in which difference was not something that set us apart from eachother, but was fundamentally the thing that united us” .

I could really live this magical unity in the convention organized by ZarataEvents last weekend. Many faces of Twitter finally have become a reality, many other new people have become part of my global cluster. United by the same empathy, different by age, country, sexual orientation and culture, we have discovered to be a family. As if we had known each other since always and forever.

Isn’t easy to explain in words this particular feeling. For many of them SENSE8 has become a philosophy of life, many keep fighting for what deeply its universality of LOVE represents. Martin (@martoerhardt) is maybe who has moved more than the others in the SENSE8 world, deciding to visit all Europe from Argentina, to experience the different places of the show, and making some videos, also to continue the battle for a possible season three. “Love, like Art, must always be free”, and all the Sensies make this message real, creating empathy and love in their lives starting from their personal attitudes. If you follow Susana (@su_me), for example, she is planning to realize in Barcelona a mural of SENSE8, with portuguese and spanish artists.

The Sensies are everywhere, and our energy is in continuous expansion!

Speaking about the actors, Tina Desai – Kala Dandekar, is a sweet and free spirit. She’s told us that her life has been changed by SENSE8, because she has been able to open India and her universe to the world, through the experience lived together with the actors and the troupe. She has personally contributed to the choice of the place for the “honey moon” with Rajan.

Erendira Ibarra – Daniela Velázquez is the one who has personally touched me more. She’s really full of a particular empathic strength, and has spoken us about the fights we have to pursue for the future in our life. Before meeting Daniela, she believed that the violence against women was part of the culture of her Country, but now she fights with the other women for the freedom and equality in Mexico. She has also told us that our present is female, because is the time to heal, fighting together to realize peace and democracy now, because together the changes are possible. We must keep fighting “until dignity becomes a custom”!

For Brian Jacob Smith – Will Gorski, even his life has been changed by SENSE8. Son of a conservative family of Texas, he has found in Will a new identity, more free from stereotypes.

Who have been changed deeply by SENSE8 are also Michael Sommers – Bug and Sandra Fish – Janet Marks. They met each other at the Tour Eiffel, for the final special “AMOR VINCIT OMNIA”, and now they are a couple, deciding to fight together for this special love story.

Other memory that Erendira has transmitted to us, and that makes clearer how much SENSE8 is different from the other tv shows: at the time of the Christmas special, her cousin died. Lana gave her the choice between coming back home to stay with her family, and staying on the set, and they would have been the family she needed. During the scenes, Erendira cried more than once, and any time she did, Lana and Lilly stopped everything, to cry with her.

Besides, Lana also put in the schedules, to make the actors empathize and know each other better, the time for the parties. The parties were stipulated in the contract.

Many things should be more to tell about the incredible, amazing experience of the SENSE8CON2, magical weekend of celebration and empathic unity. I only want to leave some cues for everyone who still believes in the possibility of a third season. The actors together have ricreated a possible future for their own characters, and in the special we have already seen possible future cues.

If you notice, on the train during the “I Feel You” moment, and after in the final orgy, also Bug appears, among the Sensates. Michael has told that this was a choice wanted by Lana. He thinks that in the future we will be able to become Sensate not by birth, but by choice, in a particularly strong moment of joy or danger for a friend. Speaking about Daniela, she has revealed that some scenes have been deleted, but during the final orgy, we can see with her, Lito and Hernando, a floating arm more: Daniela should have found love in Puck.

The SENSECON2 couldn’t end otherwise than singing together “WHAT’S UP?”, after having already sang it with Michael in his personal panel (one of the best moments lived with him, together with the performance of his own “One-man show” about gentrification in Oakland, California).

After the final song, almost all the actors cried with us, together connected by the same emotions.

“Until we stay together I know there’s nothing we can’t do” – stay tuned for the SENSE8CON3.

I hope to be able to reunite there to my clusters, next year in May!

We must keep remembering that “the impossibility is always a kiss away from reality”, and we must keep marching together, like Nomi, in our lives for the real ideals, even for all the ones who can’t do.

SENSIES FOR LIFE!

Matteo Sisti @MadHatter094 – Milano – Italy

Consigue la camiseta “I am also a we” (cita Sense8)

Esperienza in Sense8Con in italiano

A una settimana di distanza dal SENSECON2, che ha rappresentato la mia prima esperienza di convention in generale, sono ancora molti i sentimenti e le emozioni che mi muovono l’animo.

Sono davvero ritornato dall’evento di Parigi, magico come nulla a cui abbia mai partecipato prima, cambiato e ancora più arricchito dal mondo unico che rappresenta SENSE8.

Ripensando a come sono stato catturato nel mondo degli “Homines Sensorium”, non riesco bene a ricordarmi come e quando questo sia avvenuto, come se mi sentissi parte di questo mondo da sempre. So che non sono stato uno dei fans della prima linea, ma per caso ho scoperto che questo universo esisteva tramite un post su un social network, forse Twitter. Stava finalmente per uscire lo speciale “AMOR VINCIT OMNIA”, e vedendo il numero di gente che ne parlava, mi sono incuriosito. Ai tempi non ero neanche ancora su Netflix, lo avrei messo poco dopo apposta per SENSE8.

Dal primo episodio sono stato cambiato come mai avrei creduto. Vedendo questo mondo utopico di lotta, amore, resistenza ai soprusi e ai governi, simboleggiati dalla BPO, soffocanti l’autonomia libera dell’amore, l’animo mi è stato scosso e non sono mai più stato lo stesso. Da sempre ho lottato personalmente per la democrazia e per l’uguaglianza nel mondo, con campagne e petizioni online, da quasi tre anni sono vegetariano – e in questo l’amore di Sun Bak per il suo cane, e le scelte alimentari di Teagan, sorella di Nomi Marks, mi hanno preso in modo particolare -.

Sono studente al primo anno della Laurea Magistrale in Cinema, Televisione e New Media all’università IULM di Milano. Nessuna serie tv riesce a racchiudere in sé così tanti messaggi, contenuti, generi e input mentali diversi, come ha detto Lana Wachowski, è una serie diversa dalle basi, avendo voluto “raccontare una storia in cui la differenza non fosse qualcosa che ci tenesse separati gli uni dagli altri, ma che fosse fondamentalmente ciò che ci unisse”.

Questa magica unione l’ho potuta sperimentare appieno nella convention organizzata da ZarataEvents lo scorso weekend. Molti volti di Twitter che con gli anni ho imparato a conoscere, finalmente si sono fatti realtà, altri volti nuovi sono entrati a far parte del mio cluster globale. Uniti dalla stessa empatia, diversi per età, provenienza, orientameto sessuale e cultura, ci siamo trovati e riscoperti una famiglia.

Come se ci fossimo conosciuti da sempre. Una esperienza che a parole non è neanche facile esprimere. Molti di loro hanno fatto di SENSE8 una filosofia di vita, molti continuano a lottare per ciò che nel profondo la sua universalità dell’Amore rappresenta. Martin (@martoerhardt) è forse quello che più si è mosso nel mondo SENSE8, finendo dall’Argentina a girare tutta l’Europa alla ricerca dei vari luoghi apparsi nella serie, e creando una serie di video trasmessi sui social, per continuare anche la battaglia per una possibile terza stagione. Il bello della serie è infatti anche che ognuno, in base alla propria predisposizione artistica personale e al proprio talento, agisce in SENSE8 da tramite per trasmettere nella vita empatia e amore. Se seguite poi Susana (@su__me), fra non molto vedrete notizie di un murales a Barcellona, che sta pensando di realizzare a tema SENSE8, unendo artisti spagnoli e portoghesi. Gurdatevi intorno….noi Sensies siamo ovunque, e la nostra energia è in continua espansione!

Parlando degli attori, Tina Desai – Kala Dandekar, è uno spirito dolce e libero, per cui la vita ci ha detto essere stata cambiata da SENSE8, in quanto dall’India il suo universo si è espanso nel mondo, attraverso il cast e la troupe della serie, per cui lei personalmente ha contribuito alla scelta del luogo della “luna di miele” con Rajan. Erendira Ibarra – Daniela Velázquez è penso chi mi ha colpito di più. Veramente piena di una forza empatica unica, ci ha trasmesso una forza inedita, per le lotte di cui siamo chiamati a far parte nel presente di ogni giorno.

Prima di conoscere Daniela, Erendira credeva la violenza sulle donne fosse parte della cultura del suo Paese, ora lotta insieme alle donne per la libertà femminile nel Messico. Ha detto che il nostro presente è tempo femminile, in quanto è l’ora di guarire le ferite, e ci ha trasmesso la necessità di lottare insieme, perchè insieme i cambiamenti sono possibili, per una pace e una democrazia da realizzare ora. Lottando insieme “fino a quando la dignità diventerà un’abitudine”.

Per quanto riguarda SENSE8, anche Brian Jacob Smith – Will Gorski ci ha detto il suo mondo è cambiato dopo la serie, lui figlio di una famiglia conservatrice del Texas, ha saputo in Will trovare una identità nuova, più libera da stereotipi. Chi sono però stati cambiati nel profondo ancora di più da SENSE8, sono stati Michael Sommers – Bug e Sandra Fish – Janet Marks. Si sono conosciuti sotto la Tour Eiffel, per lo speciale “AMOR VINCIT OMNIA”, ora stanno insieme, per scelta decidendo di lottare insieme per questa storia d’amore particolare.

Altro ricordo trasmesso da Erendira, che mostra quanto SENSE8 sia diversa nel profondo: al tempo in cui stavano girando lo speciale di Natale, sua cugina è morta. Lana le ha dato la possibilità di scegliere se andare a casa per il lutto, o rimanere, e lì avrebbe trovato, con Lana, Lilly e gli altri, la famiglia di cui aveva bisogno. Nelle riprese Erendira ha poi più volte pianto, e Lana e Lilly hanno fermato tutto, per piangere insieme a lei. Inoltre, per trasmettere ancora di più l’empatia, e la vicinanza fra gli attori, nel piano delle riprese erano anche sempre previste le feste.

Troppe cose ci sarebbero ancora da raccontare sul SENSE8CON2, magico weekend di festa e unione empatica. Solamente voglio lasciare due spunti per chi ancora crede sia possibile una terza stagione. Insieme gli attori hanno ricreato un possibile futuro per i propri personaggi, e già nello speciale finale abbiamo possibili spunti. Se notate sul treno al momento di “I Feel You” e poi nell’orgia finale, fra i Sensates appare Bug. Michael ha detto è stata scelta voluta da Lana, e lui pensa in un futuro non si diventi Sensate dalla nascita ma per scelta, in un forte momento di gioia o pericolo per un amico. Per quanto riguarda Daniela, Erendira ci ha rivelato che alcune scene sono state tagliate, ma nell’orgia finale si vede fra lei, Lito e Hernando un braccio in più: Daniela avrebbe dovuto trovare l’amore in Puck.

Il tutto non poteva non finire se non cantando insieme “WHAT’S UP?”, dopo già aver cantato per iniziativa di Michael nel suo panel (uno dei più bei momenti passati con lui insieme alla performance del suo “One-man show” sulla gentrificazione in Oakland, California).

Dopo la canzone finale, quasi tutti gli attori hanno pianto insieme a noi, connessi dalle stesse emozioni.

Ricordandoci che tutto è possibile finchè stiamo insieme, dobbiamo tenerci pronti per il prossimo anno, a maggio ci sarà la SENSE8CON3, a cui spero di poter tornare per riunirmi alle mie cerchie.

“L’impossibile è sempre a un bacio di distanza dalla realtà”, continuiamo come Nomi a marciare nelle nostre vite per i veri ideali, anche per tutti coloro che non possono farlo.

SENSIES FOR LIFE!

Matteo Sisti @MadHatter094 – Milano – Italy

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Brian J. Smith, the 38-year-old actor best known for his role as Will Gorski on Netflix’s Sense8, has come out as gay in a new Attitude cover story. Throughout the interview, he discusses what it was like growing up queer in small-town Texas and how he found an escape from ostracization through acting.

“Forget about any LGBTQ+ union or groups,” Smith told Attitude. “There was absolutely nothing. I was completely alone. I heard all the names: pussy, faggot… I could never be who I was. I was constantly having to check myself and make sure I wasn’t looking at someone too long or making someone feel uncomfortable.”

Though he was acutely aware of his differences within his hometown of Allen, he found solace on the stage. “In front of an audience, I disappeared and became someone else. I had 600 students at school, all of whom probably thought I was an absolute idiot, a nerd,” Smith said. “On stage, they paid attention to me, and they saw that I had something. And that’s when I didn’t feel alone.”

Yet Smith still felt like he couldn’t talk about his sexuality openly. “I had to be very, very careful about telling people the truth about myself,” he said. “It still reverberates. A lot of my work is about that. The things that move me as an actor are those echoes that come up.”

Smith experienced a breakout moment in 2015 with Sense8, a science-fiction drama series that was lauded for its representation of LGBTQ+ characters. (It was canceled after its second season in 2017, but returned briefly for a two-and-a-half hour finale episode the following year.) “I remember being so relaxed,” Brian says, reflecting on his time filming with the cast. “I thought, ‘Finally, I can just be myself, I don’t have to put on airs for any of these people.’”

Though this is Smith’s first time publicly discussing his sexual orientation, he previously came out to his family at age 30, a process that went more smoothly than expected. “I was surprised,” he said. “When I came out to my parents they were wonderful. They said they were just waiting for me to say something. They were a lot more advanced than I gave them credit for.”

Smith can now be seen on USA’s action series Treadstone (connected with the Bourne film series) and the BBC One drama series World on Fire.

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Or you can try what Fox did to Firefly: wildly mischaracterize it in order to Trojan-horse it into people’s homes. The network promoted the space western as a wacky comedy, calling it «the most twisted show on television.» It gets worse, Browncoats; Fox jokingly refered to escort Inara Serra as «a cosmic hooker» and super-genius River as «a girl in a box,» alienating many of those who would end up being fans.

What happened to Sense8 was a distinctly more 2010s variety of marketing mess: Throw everything at the wall and hope watchers will hop aboard the nonsense. For a slippery show like Sense8, that’s tantamount to death. Describing the show efficiently—say, «a group of eight people from around the world suddenly find themselves psychically linked and pursued by the agents of a shadowy corporation bent on destroying them»—captures only what makes the show flashy, and none of what makes it lovable. It’s really a show about the power of radical empathy, but the impossibility of conveying that in less than 90 seconds meant that Sense8’s trailer made it seem like a confusing action show with good-looking characters and nice sets.

[#video: https://www.youtube.com/embed/iKpKAlbJ7BQ

Due in part to the lack of widespread public interest, the show got few reviews, with most offering wan praise at best. (Even with a huge banner ad auto-playing it at the top of my Netflix queue, I took a long time to finally click in and take a chance on it.) So despite the Wachowskis’ high profile—which is likely the reason the show was greenlit in the first place—the show stayed completely under most people’s radar.

Yet, of all the struggles that weird sci-fi shows can have, this is the easiest to fix. Before the rise of streaming services, speculatis unconventionalis was almost always relegated to some little-watched «death slot,» where there were no expectations of selling ads like a four-quadrant hit. (Firefly not only aired on Friday nights, it aired out of order.) But the internet has no death slots, and it makes them irrelevant. Being on YouTube is as good (if not better) than prime-time TV.

Unshackling scripted shows from the tyranny of linear programming has also given fans more power than network marketers who don’t speak the language. Your friends’ hashtag campaigns and GIF obsessions—and fan trailers—are more likely to end up touching your life anyway. That’s how viewers rescued Sense8 in the first place. «It’s easy to believe that when … a government or an institution or a corporation makes a decision, there is something irrevocable about that decision; that love is always less important than the bottom line,» Lana Wachowski wrote on Facebook. «Improbably, unforeseeably your love has brought Sense8 back to life.»

My inner optimist thinks that this wasn’t unforeseeable, that it was the culmination of a generation of fans who had fought for shows and who had learned to use the internet the way one of your sensates uses their connections to their cluster, to act collectively and to be stronger for it. But my inner realist isn’t so hopeful. Sense8 hasn’t been fully revived, and a story that probably would have taken seasons to unfold now has to be crammed into two hours. (Which is why Lana Wachowski was so resistant to that fix in the first place.)

What’s more, the love of fans—a pretty significant chunk of Netflix’s bottom line—still wasn’t enough. Because weird, high-concept science fiction TV has certain problems. And those problems need to be addressed.

Sci-Fi’s Many Albatrosses

Problem one: mumbo-jumbo syndrome. Worldbuilding is hard; unique worldbuilding is even harder. That’s why so many sci-fi shows, including Sense8, improve over their run. (It’s also why sequels and remakes, are so prevalent in genre TV shows and movies. They’re easier, more profitable, and don’t need as much hamfisted exposition.)

No other show on TV would end its series finale the way Sense8 did

There’s no good way to talk about the two-and-a-half-hour series finale of Netflix’s Sense8 (perhaps best described as “endlessly generous, endlessly empathetic, and endlessly wackadoo”) without talking about its last 10 minutes or so, the final images with which co-creator Lana Wachowski (who co-wrote and directed the finale) wants to leave viewers thinking about her creation.

So I’m about to spoil them, heavily, though something tells me if you’re reading an article about the Sense8 series finale, you’ve probably already seen it and don’t mind spoilers. But if you haven’t and you plan to and you don’t want to be spoiled, now’s your last chance to turn away.

So if you’ve seen essentially anything directed by Lana Wachowski and her sister, Lilly — okay, maybe not Speed Racer — but especially if you’ve seen the unfairly reviled Matrix Reloaded, then it won’t come as much of a surprise that the final moments of Sense8 are dedicated to a lovingly filmed, surprisingly moving, and beautiful mind orgy that transcends the physical limitations of space.

Sense8 involves eight people who have a sort of shared consciousness, which allows them to help each other out of jams and form fast bonds and lasting friendships. In a very real sense, all eight of these people are each other, in a way that ignores gender or race or other societal constructs that divide people into neat categories.

The central theme of the Wachowskis’ work is a kind of radical empathy — if you found yourself frustrated with how the Matrix sequels devolved into a bunch of philosophizing about the nature of consciousness and the self, well, the sisters had good intentions. It’s what fuels my favorite of their films (2012’s Cloud Atlas), and it’s pivotal to Sense8, a very good show that deserved better than Netflix shoveling it onto its service in 2015 with a befuddled, “Maybe you want to watch this?”

What’s a better expression of radical empathy than an exploration of how everybody deserves pleasure, in whatever form they can find it? When I realized that Sense8 was going to wrap with an orgy (after one of the first season’s most celebrated sequences involved same), I started to chuckle, because, well, it was so appropriate. Say what you will about every other show on television, but they’d never end like this.

The final sequence leaves viewers with the idea that love might save the world. Is that beautiful or naive?

Nomi and Amanita finally find the time to get hitched. Netflix

What’s notable about this final sequence is how the various permutations of connections within the orgy — because the various members of the sensate cluster share consciousness, they can also more or less pull their lovers into this gigantic sea of sex — take such different forms. There are polyamorous triads and quartets. There are heterosexual partners and homosexual partners. There are love interests I completely forgot about until this last scene.

As the show continues its journey through the vast range of human sexualities, the bodies within the central throng multiply. It becomes a mass of naked bodies, giving and receiving pleasure, a sort of Platonic ideal of the Wachowskis’ view of humanity’s potential to do more than kill each other. (Here I should note that while Lilly Wachowski is a co-creator of Sense8, she was not involved in the finale.)

It’s not as if Lana Wachowski is a slouch at depicting humans’ endless ability to find new ways to kill each other. (Even though the budget for the series finale seems smaller than the show’s previous seasons. The finale filmed in several European cities, but it doesn’t hop all over the globe like the previous two seasons.) Wachowski imbues the various chases and daring rescues and gun battles with all the brio she’s always brought to big action sequences. Few directors can make a small-scale foot chase feel as momentous as a massive car chase involving dozens of vehicles, but Wachowski, bless her, can.

But killing, or even nonlethal violence, isn’t what Wachowski (or her finale co-writers, the novelists David Mitchell and Aleksandar Hemon — everything about this show is a goddamn trip) wants to leave viewers with. When one gunfight ends with a member of the central cluster battling for her life (and, entertainingly, using her sensate ability to mentally talk another member of the cluster through saving her physical body), the finale leaves behind violence and tacks hard toward love. The heroes’ lives are saved, and sensate Nomi marries her girlfriend Amanita in Paris, because this show lovingly bathes in the idea of queering old Hollywood cliché. And then everybody retreats to their rooms for a little sexytime, leading to the orgiastic conclusion.

To be sure, there will always be viewers who maybe thrill to the action sequences in Sense8 but find its empathy-centric, “all you need is love” view of the universe hopelessly idealistic or naive. Maybe they’re right. Maybe the world is so rotten that the only answer is to get people to love each other through shows of force.

I’ve long thought Sense8 is one of the best shows about what it’s like to be on the internet, to read the Twitter feed or Tumblr of some person with a vastly different life experience from you on the other side of the planet and realize that, hey, you’re not really that different. You have the same hopes and fears and desires, and you can maybe connect on that level. But recent events have made the idea that the internet can help promote radical empathy, rather than increase our divisions, feel less palpable to me than it did when the series debuted in 2015.

But none of that is the fault of Wachowski or anyone involved in Sense8. The finale, truth be told, gets a little stuck in place when it tries frantically to pull in everything the series’ creators wanted to do with future seasons of the show into about a half-hour of screen time. There’s literally a scene where a new character asks if the various sensates want some questions answered, and then all involved offer up an info dump explaining some of the series’ various mysteries.

These sequences also offer the show’s best attempt to think about how a philosophy of radical empathy could find empathy in those who would sow dissension and destruction, while utterly rejecting their philosophies. The series somewhat clumsily turns central villain Whispers into a stand-in for all dark and fascist ideologies, but it never loses sight of his sad loneliness, or how he’s visited that upon everybody around him.

If the vanquishing of Whispers and BPO, the faceless, horrible organization he represents, were the end of the series, however, it would suggest that all we need to do to heal the world is beat back this one incarnation of divisiveness. But we know that’s not true. Evil is a shared consciousness of its own, one any of us can tap into in moments of rage or frustration.

By ending as it does, Sense8 suggests that the best way to heal the world isn’t to beat any one bad guy, any one awful ideology, but, rather, to find better ways to care for each other, to love each other, and, yes, to make each other feel really good.

Sense8 is streaming in its entirety on Netflix.

We now know the end date for Netflix’s sci-fi series Sense8. The Internet network revealed today that the series created by Lana and Lilly Wachowski and J. Michael Straczynski will wrap June 8.

In its release, Netflix described the series-ender as follows:

“Personal lives are pushed aside as the cluster, their sidekicks, and some unexpected allies band together for a rescue mission and BPO take-down in order to protect the future of all Sensates.

The highly-anticipated conclusion to the saga of the Sense8 cluster will be revealed when the series finale launches globally on June 8, only on Netflix.”

It was previously announced that the series, about a cluster of eight people across the globe who are connected by thoughts and actions, would end with a feature-length finale special after it was canceled last June after two seasons. The ensemble cast includes Toby Onwumere, Tina Desai, Miguel Angel Silvestre, Jamie Clayton, Tuppence Middleton, Doona Bae, Brian J. Smith and Max Riemelt.

Netflix also tweeted the anticipated news along with the key art that includes the tagline “Together Until The End.”

The @sense8 finale arrives June 8! Tell your cluster. pic.twitter.com/FlDwnKzOYW

— Netflix US (@netflix) April 24, 2018

Brian J. Smith (‘Sense8’), sale del armario: «Me he sentido muy solo»

Sí, que un actor o una actriz haga pública su sexualidad sigue siendo noticia. Y es positivo. Porque es necesario, porque la homofobia sigue siendo una realidad y porque la mejor manera de combatirla es la visibilidad.

Brian J. Smith, recordado por su papel protagonista en la mítica serie de Netflix ‘Sense8’, ha decidido alzar la voz y salir del armario en el número de diciembre de Attitud, según ha avanzado la publicación. El actor se ha abierto sobre su sexualidad y ha revelado el camino recorrido hacia la autoaceptación.

El estadounidense nació en los suburbios de Texas a comienzos de los años ochenta, en un ambiente conservador y homófobo. Así, estar dentro del armario era su única opción. Como todos los niños LGTBI que crecen en pueblos pequeos, él se sentía diferente. «En el colegio no podía encajar en ningún sitio. No era un deportista ni un empollón. Olvídate de cualquier sindicato o grupo LGTBI. No había absolutamente nada. Estaba completamente solo», recuerda.

«Brian J. Smith en la portada de Attitud»

«Nunca podría ser quien era. Constantemente tenía que revisarme y asegurarme de no mirar a alguien demasiado tiempo o hacer que alguien se sintiera incómodo», lamenta, al tiempo que reconoce haber recibido todo tipo de ataques: «Nenaza, maricón… Las he escuchado todas». «Tenía que ser muy, muy cuidadoso al decirle a la gente la verdad sobre mí», confiesa.

Fue en el mundo de la interpretación donde encontró su lugar: «Frente a un público, desaparecía y me convertía en otra persona. Tenía a 600 estudiantes en el colegio, todos ellos probablemente pensaban que era un absoluto idiota, raro. En el escenario, me prestaban atención y veían que tenía algo. Y ahí es donde no me sentía solo».

Tras haber encontrado una salida en el mundo de la interpretación, lo que le permitió aceptarse a sí mismo, se sinceró con sus padres poco antes de cumplir 30 años. Según ha revelado, su familia le apoyó en todo momento. «Me sorprendió. Cuando les dije que soy gay fueron maravillosos», reconoce.

‘Sense8’, la serie que le cambió la vida

Fue con la serie de Netflix ‘Sense8’ con la que Brian J. Smith alcanzó la fama mundial. Interpretó a Will Gorski, un policía de Chicago que descubre tener una conexión mental y emocional con otras siete personas, siendo capaces de comunicarse, sentirse y compartir más allá de la cultura, la raza, el género y la sexualidad.

Precisamente ‘Sense8’ supuso un grito a favor de la diversidad contando con varios personajes homosexuales y transexuales. De echo, todos los personajes pudieron explorar la sexualidad a través de intensas y cuidadas orgías. Uno de los momentos más recordados, además, es la celebración del Orgullo LGTB de São Paulo en Brasil. Muy agradecido se ha mostrado Brian J. Smith por esta oportunidad en la serie de las hermanas Wachowski: «Recuerdo estar tan relajado. Pensé ‘Por fin, puedo simplemente ser yo mismo, no tengo que darme aires para esta gente'».

Brian J. Smith, actor famoso por la serie Sense8, ¡’sale del closet’ con emotivo mensaje!

Por medio de algunos mensajes muy conmovedores y alentadores, que dio a la revista Attitude, Smith se reconoció como parte de la comunidad LGBT+, y platicó un poco acerca de cómo fue su vida en la infancia y adolescencia:

“Nunca pude ser quien soy. Tenía que estar constantemente revisándome a mí mismo y asegurándome de que no me le quedara viendo a nadie por mucho tiempo o incomodando a alguien más. Tuve que ser muy, muy cuidadoso al contarle a la gente la verdad sobre mí mismo”, confesó en la entrevista.

Cuando le preguntaron acerca de sus primeras etapas de vida, esto fue lo que dijo, le diría a su niño interior:

“Solo lo abrazaría y le diría que está bien. No había suficientes personas que me dijeran: “No necesitas ser alguien diferente, no necesitas cambiar lo que eres”. Y lo que ese niño necesitaba era que alguien lo cargara y le dijera: “Eres perfecto así como eres, está bien””.

No cabe la menor duda de que, cada vez son más los actores que fungen como agentes de cambio, visibilizando a la comunidad LGBT+.

La serie Sense8 tuvo tan solo dos temporadas, debido a los altos costos de producción que ésta ameritaba; Netflix decidió cancelarla, con un último capítulo que ‘cerraba’ de alguna manera la historia de los 8 chicos implicados en una trama llena de ciencia ficción, aventura, drama y comedia.

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